terça-feira, 11 de outubro de 2011

Cristãos, perseguidos, sequestrados, torturados e mortos


Cristãos têm sido executados no Sudão


Muitos cristãos têm sido mortos no Sudão, no que parece ser uma tentativa de eliminar o cristianismo do país.


As Forças Armadas Sudanesas (SAF) e a milícia islâmica aliada não estão distinguindo os combatentes e os civis nas batalhas territoriais no estado de Kodorfan Sul e, segundo os cristãos, isso se deve ao fato de que eles querem tirar o cristianismo da área.

Um cristão na área leste de Kadugli disse que conseguiu fugir das agentes de Inteligência da SAF depois de 18 dias preso dentro de sua própria casa. Ele relatou ter visto seis prisioneiros cristãos serem levados e um a um serem executados.

"Eles nos insultavam, dizendo que essa terra era islâmica e que nós não estávamos autorizados a viver nela", disse ao Compass. "Eu os vi levarem meus irmãos em Cristo e matá-los na floresta, perto de onde nós fomos detidos."

Esse cristão que fugiu pediu anonimato, pois é ex-muçulmano há 10 anos e estava marcado para ser morto no dia em que conseguiu fugir. Ele ainda está escondido, pois teme que a SAF possa encontrá-lo.

"Eu já estava marcado para morrer. Não estava mais preocupado com a minha segurança, pois, afinal, eu não dependia da misericórdia deles como eles pensavam, mas sabia que Deus estava no controle", disse ele.

Ele acredita que, desde que o Sudão se dividiu, o governo islâmico tem como principal alvo os cristãos e, como principal objetivo, limpar o cristianismo de Kodorfan Sul, parte da estratégia de tornar o país em um estado puramente islâmico.

"Esta perseguição é claramente planejada pelo governo islâmico", disse ele. "Minha vida está correndo grande perigo, pois eles ainda estão procurando por mim. Eu posso ser preso a qualquer momento ou até mesmo morto."

Outros cristãos que fugiram da área dizem que muitos foram mortos e igrejas foram queimadas pela SAF e pelas milícias islâmicas.

As leis no Sudão e as políticas estão todas a favor do Islã. A sharia (lei islâmica) faz com que as garantias e direitos à cidadania dependam da religião, fazendo com que aqueles que não são muçulmanos sejam considerados cidadãos de segunda classe, sem acesso a todos os direitos.

Fonte: Compass Direct

Cristão é sequestrado e decapitado por extremistas



Após uma extensa busca pelo paradeiro de Juma Naradin Kamil, os cristãos da região de Bakool, sudoeste da Somália, encontraram o corpo decapitado de Kamil.


Ele, que fora sequestrado, trazia no corpo marcas de uma execução feita pelo grupo terrorista muçulmano Al-Shabaab.

"É comum a Al-Shabaab decapitar aqueles que abraçam a fé cristã, ou mesmo meros simpatizantes dos ideais ocidentais," disse um cristão local à agência de notícias Compass Direct News. "Nosso irmão Kamil aceitou a fé cristã há três anos e estava determinado em sua fé em Deus. Sentiremos muito a falta dele."

O sequestro aconteceu em 21 de agosto, quando três homens da Al-Shabaab forçaram Kamil a entrar em um carro. Muitos cristãos locais acreditam que os extremistas estavam acompanhando a rotina de Kamil, a fim de executarem a tarefa.

A Al-Shabsab tem cerca de 7 mil membros. Eles procuram, através de ameaças e atos violentos, impor uma versão estrita da Sharia, lei islâmica, em todo território muçulmano. O principal objetivo do grupo é eliminar o cristianismo da Somália.

No início deste ano, dois extremistas muçulmanos assassinaram um membro de uma comunidade cristã subterrânea na Somália e também mataram uma mãe de quatro filhos, Asha Salat, por sua fé cristã.

Fonte: Compass Direct

Campanha para libertar sul-coreano se espalha


A campanha para resgatar o sul-coreano Shin Sook-ja e sua filha, que estão detidos na Coreia do Norte há 35 anos, está se espalhando pela Coreia do Sul.

Desde que o jornal The Dong-A Ilbo apresentou os problemas deles, no dia 3 de agosto, a campanha por seu resgate tem ganhado notoriedade.

A Igreja Hyundai, em Tongyeong, província de Gyeongsangnam-do, está à frente dessa campanha. A igreja disse na terça-feira: "Cerca de 75 mil pessoas colheram assinaturas em apenas quatro meses e nós esperamos que esse número chegue a 100 mil no mês que vem".

Um em cada seis residentes de Tongyeong colheu assinaturas. De 19 a 23 de setembro, sete mil estudantes e professores uniram-se num trio elétrico, na Uiversidade de Masan, em Changwon, e na Escola Jeil de Educação Infantil para meninas, Escola Jeil de Ensino Médio e Escola Jeil de Ensino Médio para meninas.

A campanha para colher assinaturas começou em 25 de maio, em Tongyeong, com 22 mil pessoas ou 16 % da população da cidade participando. Centenas de pessoas visitaram a Igreja Hyundai todos os dias, para ver as fotos da família de Shin, as histórias deles e a situação nos campos de concentração da Coreia do Norte.

Uma fonte da igreja disse: "Cerca de trezentas pessoas da igreja do Rev. Bang Su-yeol estão seguindo a campanha de resgate de Shin e sua filha. Eu espero que a família de Shin possa voltar a Tongyeong no Natal".

Campanhas para colher assinaturas, eventos de exibições e orações têm sido organizados por todo o país. Exibições de Shin foram organizadas na Universidade Nacional de Gyeongsang, de 25 de maio a 19 de junho, e na Hindol Igreja em Hwaseong, província de Gyeonggi, de 4 a 18 de julho.

A Comissão Nacional dos Direitos Humanos da Coreia do Sul organizará um seminário no dia 5 de outubro campos de concentração do Norte, e negociará o resgate de Shin e sua filha. O Conselho Cristão de Kwangju também organizará um evento de oração pelo resgate no dia 9 de outubro.

O reverendo Bang disse: "A campanha pelo resgate de Shin e sua filha é parte de uma campanha pelos direitos humanos na Coreia do Norte e a reunificação dos planos. O governo e a legislação deveriam mostrar interesse por este assunto".

Fonte: Missão Portas Abertas

Extremismo islâmico cresce na Indonésia


O atentado suicida de uma igreja na Indonésia apontou que não há um novo nível de ataques a minorias religiosas e também uma inclinação política que acomoda o extremismo islâmico

O atentado suicida de uma igreja na Java Central, Indonésia, em 25 de setembro, apontou que não há só um novo nível de ataques a minorias religiosas no maior país muçulmano do mundo, mas também para uma inclinação política que acomoda o extremismo islâmico.

"A radicalização dos ensinamentos islâmicos é um problema na Indonésia", admitiu o Dr. H. Nasaruddin Umar, diretor-geral da Comunidade Islâmica de Orientação do Ministério de Assuntos Religiosos. "Há uma necessidade de voltar a explicar o conceito de jihad."

Pino Damayanto, que se explodiu ferindo mais de 20 membros da Igreja Betel do Evangelho Pleno, em Solo, no dia 25 de setembro, acreditava que seu dever religioso era 'matar os inimigos do Islã'.

O porta-voz da polícia ligou o atentado terrorista suicida a um grupo terrorista que foi fundado pelo extremista Abu Bakar Bashir. Bashir está preso, acusado de terrorismo. Bashir é muito conhecido no departamento de segurança dos EUA. Ele é visto como o próximo líder da Al Qaeda.

Com a falta de interesse do governo, o extremismo tem crescido vertiginosamente desde a queda do regime autoritário do presidente Suharto, em 1999, que mantinha os grupos radicais sob controle.

Um cristão local, antigo membro do movimento estudantil que teve papel fundamental na queda do antigo governo, disse que a democracia era a pauta antes da tomada do poder, mas os extremistas aboliram a democracia e estabeleceram o Estado islâmico.

Da população da Indonésia, que é de 232.500 pessoas, mais de 80 % são muçulmanos e, em sua maioria, sunitas, de acordo com a World Operation, o que coloca a população cristã em cerca de 15 %. A grande maioria dos muçulmanos do país é moderada.

Fonte: Compass Direct

Muçulmanos extremistas atacam igreja cristã



Um grupo de muçulmanos extremistas atacou um prédio de uma igreja no Egito. Eles incendiaram a estrutura da igreja e, em seguida, saquearam e atearam fogo às propriedades de cristãos que estavam nas proximidades.


A multidão de mais de 3.000 muçulmanos extremistas Salafis foi vista indo atacar a igreja e as propriedades de cristãos. Michael Ramzy, um aldeão em Elmarenab, disse que o ataque começou pouco depois dos períodos de oração nas mesquitas.

"Os líderes de mais de vinte mesquitas chamaram as multidões para se reunir e destruir a igreja, demolir a igreja dos cristãos e saquear as suas propriedades", disse Ramzy à imprensa local.

A igreja Mar Gerges é a terceira igreja no Egito a ser atacada e incendiada em menos de sete meses por uma multidão. Além disso, inúmeras outras igrejas foram saqueadas e atacadas este ano, incluindo o atentado no Ano Novo contra uma igreja em Alexandria, que deixou 23 mortos e dezenas de pessoas gravemente feridas.

A tensão em Elmarenab começou na última semana de agosto, com extremistas muçulmanos membros do grupo Salafi. Eles estavam irritados com as renovações que estão acontecendo na igreja e perceberam que havia um símbolo cristão no lado externo da igreja.

Para forçar os cristãos coptas a atender às suas exigências, os extremistas muçulmanos bloquearam a entrada da igreja, ameaçando os cristãos que saíam às ruas, fazendo com que eles tivessem que ficar trancados em suas casas.

"Ataque é parte de uma tendência que cresce cada vez mais no Egito", disse um funcionário do governo. Em algumas regiões, as autoridades concedem permissão para as igrejas serem construídas ou reabertas, mas os muçulmanos salafis as ameaçam com violência, caso isso realmente aconteça.

Líderes coptas acusam o governo de ser conivente com a violência e de não cumprir a lei, incluindo uma Lei de Emergência que recentemente foi renovada e ampliada, que estipula prisão para violência religiosa, "selvageria" e casos de vandalismo contra propriedades privadas.

Fonte: Compass Direct


Fonte: Blog Luciano Max®

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