quinta-feira, 3 de novembro de 2011

ARABIA SAUDITA : MAURITÂNEAS DE 5 A 12 ANOS ESCRAVIZADAS SEXUALMENTE


ARABIA SAUDITA : MAURITÂNEAS DE 5 A 12 ANOS ESCRAVIZADAS SEXUALMENTE

Menores mauritâneas de 5 a 12 anos são casadas com riquíssimos sauditas em troca dum grande dote que se eleva de 5 a 6 milhões de "ouguiyas", como conta um canal cabo americano revelado a Wikileaks.

O tráfico é organizado por redes intermediárias associadas às agências de viagens mauritâneas, segundo revela em 8 de abril de 2009 Aminetou Mint El Moctar, presidente da Associação das Mulheres Chefes de Familia (AFCF).

O Preço Depende da Beleza e da Idade

Aminetou explica o mecanismo do tráfico no encontro do dia 7 de abril de 2009 com Denis Hankis, encarregado dos negócios da embaixada americana em Nuahchot. Como Aminetou explica, um membro da familia deve conduzir a menina na Arábia Saudita, mas muitas vezes essa obrigação é deixada à agência de viagem que se constitue "tutora" da criança. Chegando na Arábia Saudita, as agências são pagas pelos maridos em função da idade e da beleza da menina.

Sequestrada Durante Três Longos Anos.

Na Arábia Saudita as meninas são escravizadas sexualmente pelo "marido". No relatório de Hankis, Lalla Aisha (membro da FONADH - Forum das Organizações NAcionai Dos Direitos do Homem), conta a história de uma menina mauritânea que ficou fechada numa sala durante três anos, só recebendo a visita de uma empregada que lhe trazia alimentos e o "marido" para visitas sexuais.

Trinta Mauritâneas em Prisões Sauditas

Segundo Aminetou Mint El Moctar, os sauditas pagam um preço bem alto quando a menina não está na puberdade ainda, ou seja, ainda criança. Uma vez alcançando a puberdade ou ficando grávida, o marido se desinteressa. Ele a repudia e a coloca na rua. Lá, a vítima não recebe nenhuma ajuda das ditas redes que as levaram à Arábia Saudita. O que lhes resta é viver da prostituição, lamenta El Moctar.

O principal causador do fenômeno é a prática do casamento precoce (imitando o profeta - nota da tradutora). As familias são seduzidas pelo dinheiro que recebem em troca da menina e pelas promessas de oportunidades melhores de vida, explica.

Tráfico de meninas a parte, existe um outro, que aumentou ultimamente, o de moças mauritâneas. As agências lhes propõe passagem de avião, visto de entrada e oportunidade de trabalhar na Arábia Saudita. Chegando lá elas são obrigadas a pagarem suas dívidas com dinheiro da prostituição. Desse modo, em torno de trinta mauritâneas nesta categoria "mofam" nas prisões sauditas por prostituição.

Estado Nega o fenômeno

Do lado do governo mauritâneo, Mint El Moctar deplora que não haja reconhecimento do problema. Hankins comentou que em fevereiro 2009, o embaixador dos EUA encontrou o ministro mauritâneo da Justiça para falar da situação. Este afirmou que este tipo de tráfico é impossivel de existir, pois a lei exige que a mulher viajante seja acompanhada dum membro da família. Aminetou disse que se um caso é confirmado a Justiça reprime a menina vítima, que ousou denunciar o caso; ela pode ser acusada de ser corrompida e acaba sendo culpada.

Ameaçada de Morte

Para combater esse fenômeno, Mint El Moctar transmitiu uma carta a Mohamed Ould Adel Aziz, então presidente do HCE. Esta carta permaneceu morta. Mas, para Mint El Moctar é impossível cruzar os braços. Ela decidiu encabeçar ela mesma uma campanha. Seu objetivo é o de obter o voto duma lei que criminalize e combata o fenômeno. Isso a qual preço? Ameaças de morte, acusações de mentira, de loucura e de traição que comprometem a reputação da Mauritânea são, entre outras, as pressões sofridas por Aminetou Mint El Moctar.


Tradução: Por Freixo - Blog De Olho na Jihad


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