quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Ria de si mesmo

Eu acho que uma das maiores recompensas para um quarentão que se aproxima do meio século de existência é aprender a rir de si mesmo.
Sério, o que antes me fazia entrar em uma tensão emocional que abalava as estruturas hoje olho com cara de quase desdém.
Tá certo que tem situação, ahh, que me fazem tremer na carne, mas essas situações tem sido mais raras e quando me sobreveem eu tenho me saido até razoavelmente.
Os valores antes desprezados e que ficavam apenas no discurso rompante se tornam guias para o caminho diário.
A amizade e a empatia da minha amada esposa e companheira tornaram-se combustivel vital. Seu olhar, gestos e jeito ímpar me cativam cada dia mais. Sou um adolescente apaixonado, um renovado namorado da mulher que me fisgou a 31 anos. Cláudia, minha fiel amada.
O que posso querer mais? Linda, fiel e companheira esposa, filhos amados,
família fiel a Deus.
Mas a motivação maior para a vida é e sempre será o amor a Deus e a insistência dele em me conquistar a cada dia com seu olhar e palavras eternas que me abalam sobrenaturalmente e me faz renovado.
Fico por aqui, mas antes escrevo a voc
ê que lê estas breves e simples palavras: VIVA!
Verdadeiramente um NOVO TEMPO!

André



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Fifa atropela as leis brasileiras

Hélio Schwartsman

Estado de exceção

SÂO PAULO - Dizem que ele não disse, mas, se tivesse dito, estaria muito bem dito. Falo de Charles de Gaulle e da suposta declaração de que o Brasil não é um país sério. As evidências historiográficas são de que ele jamais proferiu tal frase, mas, se, passados quase 50 anos, a versão ainda prevalece sobre os desmentidos de diplomatas e historiadores, é porque a expressão é boa demais para dispensar um autor da estatura do estadista francês.

A Lei Geral da Copa, que tramita no Congresso, é exemplo dessa pouca seriedade. Ela estabelece um verdadeiro estado de exceção.

Como não promoveremos as melhorias prometidas em mobilidade urbana, cogita-se decretar feriado nos dias de jogos do Brasil e alterar o calendário escolar, inclusive nas 5.553 cidades onde não haverá partidas.

As coisas se tornam institucionalmente mais graves quando analisamos as modificações na legislação exigidas pela Fifa e que o Congresso parece disposto a ceder. No afã de proteger as marcas da entidade, avança-se tanto que direitos e garantias fundamentais são atropelados.

Numa interpretação literal do projeto como está hoje, cartunistas poderão ser presos se fizerem humor com os símbolos da competição e donos de lojas que fiquem no caminho para o estádio não poderão expor em suas vitrines marcas que não patrocinem a competição.

A Fifa tenta também suspender a lei da meia-entrada e a que impede a venda de cerveja em estádios. Nunca achei que essas normas fizessem muito sentido, mas é complicado rifar a legislação nacional para receber um evento de entidade privada.

Sempre espertos, nossos legisladores incluíram no projeto até um minitrem da alegria para ex-jogadores das Copas de 58, 62 e 70.

O pior disso tudo é concluir que o que obteremos em troca dos bilhões que estamos torrando não passa de um conjunto de gambiarras legislativas e puxadinhos de infraestrutura.

Folha de São Paulo

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