segunda-feira, 16 de julho de 2012

Cúpula de Bill Gates Levanta Bilhões para Grupos de Aborto




"Quais são as atitudes das mulheres para com crianças", perguntei a um representante de uma organização de planejamento familiar de Serra Leoa.
"Antes da guerra, elas tinham atitudes negativas. Agora têm positivas".
"Elas querem filhos?" expliquei.
"Sim, elas querem filhos. Elas precisam aprender seus direitos. Quando aprenderem seus direitos, elas não vão querer filhos".
Ele estava entre os convidados selecionados para estarem em Londres para testemunhar o desfile de presidentes africanos, líderes asiáticos e europeus e empresas farmacêuticas fazerem promessas na Cúpula de Planejamento Familiar em Londres na quarta-feira.
A Fundação Bill e Melinda Gates e o Departamento de Desenvolvimento Internacional do Reino Unido, junto com a Federação Internacional de Planejamento Familiar e o Fundo de População da ONU, realizaram a Cúpula como plataforma para líderes governamentais e empresas farmacêuticas fazerem o compromisso de suprir financiamento e acesso à contracepção.
Boa parte da audiência era composta daqueles que vão se beneficiar muito do golpe de sorte de bilhões de dólares. As organizações de planejamento familiar estavam em parceria na organização do evento e implementarão a visão de Melinda Gates. Muitos dos grupos têm uma ligação sórdida com o aborto e controle populacional.
Gates fez a abertura da conferência com um vídeo de sua recente visita às mulheres do Senegal. Grupos de planejamento familiar organizaram as visitas e forneceram tradução das reuniões. "Centenas de milhões de mulheres exigem nossa ação", declarou ela. Essa campanha "será um novo começo para trazer bem mais recursos do que antes" para o planejamento familiar e estabelecer novas iniciativas do setor privado, tais como empresas farmacêuticas e líderes locais. Ela disse que outra meta é "aumentar a demanda" para a contracepção.
A Fundação Gates tem mirado a África subsaariana e o sudoeste asiático para sua campanha de contracepção porque notam que essas regiões têm os mais elevados índices de mortalidade materna. Essa região também tem os mais elevados índices de fertilidade do mundo.
O ministro da saúde da Etiópia disse à Cúpula acerca da necessidade de seu país de aumentar a educação, atendentes profissionais de parto e melhorar o atendimento obstétrico — as medidas comprovadas para reduzir a mortalidade materna — e melhorar a sobrevivência infantil.
A Etiópia acelerará o acesso à contracepção, declarou ele. "Contracepção moderna gratuita é a chave para aumentar a demanda para a contracepção".
As promessas de outros países ecoaram uns aos outros — fornecer informações sobre contracepção, treinar fornecedores de saúde, fornecer diferentes métodos de contracepção moderna, melhorar cadeias de suprimento de modo que as clínicas fiquem com estoque lotado de contraceptivos e acesso universal. Cada nova promessa foi recebida com aplauso da multidão.
A Coreia do Sul tem um índice de prevalência contraceptiva de 100%, declarou seu embaixador na Inglaterra. A nação começou a reduzir seus índices de natalidade na década de 1960 e é "um modelo para o mundo". "Agora sofremos de um índice muito baixo de natalidade", admitiu ele. "Seguimos exageradamente a opinião de alguns especialistas".
Alguns palestrantes mencionaram preocupações religiosas e culturais sobre o planejamento familiar como barreiras a serem vencidas. Um elemento chave dessa nova iniciativa é envolver os líderes locais e religiosos, pessoas em quem as mulheres confiarão e crerão.
Heikki Holmas, ministro de desenvolvimento da Noruega, e David Cameron, primeiro-ministro da Inglaterra, falaram sobre a oposição à conferência e ao programa.
Holmas "se indignou com as vozes conservadoras que trabalham contra os direitos sexuais e reprodutivos". A Noruega era outrora um país pobre, mas agora é rico, observou ele. Os países em desenvolvimento deveriam seguir seu exemplo. "E se você não tem petróleo", aconselhou ele, "seu futuro está no planejamento familiar".
"Temos o argumento moral", disse Cameron. Seu conselho para lidar com os oponentes — aqueles que questionam se isso é uso devido de assistência ou é ofensivo às convicções culturais e religiosas — é "confiar na força de nossos argumentos".
Os organizadores da cúpula esperavam levantar 4 bilhões de dólares. No fim, houve a promessa de 4,6 bilhões de dólares. A Fundação Gates aumentou sua quantia total nos programas contraceptivos para 1 bilhão de dólares durante os próximos oito anos.
Melinda Gates declarou que acesso à contracepção é sua marca pessoal, o trabalho de sua vida inteira.

Wendy Wright
Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: Friday Fax



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Nova diretriz de segurança nacional dos EUA iguala grupos pró-vida a terroristas



Dois anos depois de ter ultrajado conservadores pró-vida e 
indivíduos que acreditam no governo limitado, o Ministério de 
Segurança Nacional dos EUA financiou outro relatório que 
aponta como fontes potenciais de terrorismo os grupos contra 
o aborto, cristãos "fundamentalistas" e pessoas que 
"não veem com bons olhos a autoridade do governo federal 
central".
O relatório, que busca analisar regiões dos EUA mais 
suscetíveis a ataques terroristas, atribui a maior parcela de 
violência nos últimos 40 anos a organizações de "causa única", 
mencionando grupos "anti-aborto" como o primeiro de 
apenas quatro exemplos: "anti-aborto, anticatólico, 
antinuclear e anti-Fidela Castro".
Brian Clowes, diretor de pesquisa da organização 
Human Life International, escandalizou-se com o relatório. 
"Eles estão dissimulando", disse para LifeSiteNews. 
"Colocam anti-nuclear como um contrapeso quando estão
 na verdade atrás de grupos pró-vida", acrescenta Clowes. 
"O mais impressionante é que os sindicatos não são 
mencionados de forma alguma no relatório, quando 
provavelmente eles foram responsáveis por mais atos 
terroristas do que a soma de todos os grupos mencionados".
O relatório "Áreas de Tensão Terrorista e Outros Crimes 
nos Estados Unidos de 1970 a 2008" (Hot Spots of 
Terrorism and Other Crimes in the United States, 1970 
to 2008"), escrito por Gary Lafree e Bianca Bersani, 
concluiu que grupos de causa única perpetraram mais 
atrocidades e por um período maior do que terroristas 
 de "extrema esquerda", "extrema direita", "religiosos" 
e "étnico-nacionalistas".
"A última década foi dominada por ataques de causa 
única", escrevem.
Além das duas referências a manifestantes "anti-aborto",
 os outros malfeitores incluem grupos conservadores, 
cristãos fundamentalistas, marxistas e nacionalistas.
Possíveis terroristas alinhados à "extrema direita" são 
escritos como "nacionalistas" (orientação contrária à 
universal ou internacional), antiglobal, que suspeitam da 
autoridade federal centralizada, que reverenciam a
liberdade individual e que acreditam em teorias da 
conspiração que envolvem uma grande ameaça à 
soberania nacional e/ou à liberdade individual".
O registro de terroristas religiosos (categoria ampla o 
suficiente para incluir Gary North e Osama bin Laden) — 
alerta contra os que "buscam atacar os supostos 
 inimigos de Deus e outros malfeitores, impor princípios 
ou leis religiosas na sociedade (fundamentalistas)", 
ou "forçadamente inserem a religião na esfera política
 (por exemplo, os que buscam politizar a religião, 
como os reconstrucionistas cristãos e os muçulmanos)". 
Além da aprovação do Ministério de Segurança 
Nacional (MSN), o relatório afirma que foi organizado 
para "auxiliar os grupos de inteligência e policiamento 
para identificar potenciais ameaças terroristas e
apoiar formuladores de políticas para desenvolver
esforços preventivos".
LeFree e Bersani escreveram o trabalho para o 
Consórcio Nacional para o Estudo do Terrorismo e 
de Respostas a Ele [National Consortium for the 
Study of Terrorism and Responses to Terrorism 
(START)] na Universidade de Maryland, que recebeu
 uma ajuda inicial de US$ 12 milhões do MSN.
Os pesquisadores alegam não ter encontrado nenhum
 ataque terrorista de motivação religiosa, um total que
parece ignorar o o bombareio ao World Trade Center 
em 1993, conduzido pelo sobrinho de Khalid Shaikh Mohammed.
A avaliação deles, publicada no fim de janeiro, segue a
 tendência do governo Obama de minimizar a 
importância do extremismo islâmico enquanto enfatiza 
uma suposta "ameaça terrorista" cristã, pró-vida e 
pró-casamento tradicional.
Um relatório do MSN publicado em 2009 era intitulado
 "Extremismo de Direita: Situação Política e 
Econômica Estimulando o Ressurgimento da 
Radicalização e do Recrutamento ("Rightwing [sic.] 
Extremism: Current Economic and Political Climate
Fueling Resurgence in Radicalization and Recruitment") 
identificou "grupos e indivíduos dedicados a uma causa
 única, como a oposição ao aborto e à imigração" e 
a oposição ao "casamento" entre pessoas do mesmo
 sexo como "a ameaça terrorista doméstica mais 
perigosa nos Estados Unidos". O MSN mais tarde 
recolheu o relatório.
No entanto, o MSN e agentes do FBI posteriormente 
frequentaram um seminário de treinamento a respeito 
de um suposto terrorismo pró-vida, realizado pela 
Federação de Planejamento Familiar [a maior rede 
de clínicas de aborto dos EUA], a Federação 
 Nacional do Aborto e a Fundação da Maioria 
eminista (Feminist Majority Foundation). Depois
 de igualar liberdade de expressão à violência, os
 organizadores distribuíram um guia listando três 
páginas de sites aparentemente extremistas, 
como o do grupo Padres pela Vida (Priests for Life), 
do Centro Americano para Lei e Justiça e da 
emissora Chistian Broadcasting Network 
[do Rev. Pat Robertson, famoso no Brasil pelo 
Clube 700].
As mesmas presunções ideológicas vêm desde 
o governo democrata anterior. O programa da 
era Clinton chamado Conspiração de Violência 
Contra Profissionais de Aborto [Violence Against 
Abortion Providers Conspiracy (VAAPCON)] 
organizou um vasto banco de dados com
 informações de ativistas pró-vida tão diversos 
quanto o último arcebispo de Nova Iorque, o 
Cardeal John O'Connor, o grupo Mulheres 
Preocupadas pela América [fundado por Beverly
 LaHaye] e o Feministas pela Vida, supondo 
que os movimentos pró-vida escondiam um 
plano secreto para assassinar abortistas. Tal 
 plano nunca foi descoberto.
O especialista constitucional John Whitehead, 
do Instituto Rutherford expressou preocupação 
de que a Lei de Defesa Nacional [National 
Defense Authorization Act (NDAA)] "permita 
que as forças armadas batam na sua porta 
se você for um 'terrorista em potencial' e coloquem
 você sob detenção militar".
O estudo da START alega que durante o
 intervalo de 40 anos examinados, grupos de 
causa única atacaram o maior número de
 localidades: 185 países. O terrorismo 
religioso foi "muito menos prevalente", 
afetando apenas 26 países.
LaFree concluiu que a "diversidade linguística", 
associada a regiões poliglotas "evidenciam 
uma relação forte e positiva com ataques terroristas 
e crimes comuns". Comparando as variáveis para 
o terrorismo de motivação política e outros 
crimes, eles concluem que "nossa pesquisa… 
sugere que a heterogeneidade étnica é 
consideravelmente associada a países onde os
 terroristas atacam". Inversamente, "países 
com mais moradias estáveis e uma proporção
 maior de residentes brancos e não hispânicos 
são menos propensos a sofrerem com 
ataques terroristas e crimes comuns".
Os analistas esperam fazer mais pesquisas a 
respeito de quais línguas estrangeiras os 
terroristas costumam falar.
Ben Johnson
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do 
artigo do LifeSiteNews: 
"New Homeland Security lumps anti-abortion groups in with terrorists




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