terça-feira, 13 de novembro de 2012

IAMIR Celebrando o Dia Nacional de Ações de Graça




"Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco." I Tess. 5:18


Neste dia 22 de Novembro, quinta-feira, é o Dia Nacional de Ações de Graça, instituído no Brasil desde 1949 e tão pouco divulgado e não comemorado. O interessante e histórico é que foi um brasileiro, Joaquim Nabuco, em 1909, à época embaixador brasileiro nos EUA que deu a idéia de se comemorar, citando a seguinte frase: "Eu quisera que toda a humanidade se unisse, no mesmo dia, para um agradecimento universal a Deus". Somos um país voltado para a paz!

No final desta mensagem você pode ler textos explicativos referentes a esta data.

IAMIR-Sede - www.iamir.com.br - realizará no dia 22 um CULTO DE AÇÕES DE GRAÇA para comemorar esta linda e significativa data

Dia de celebrar a VIDA que CRISTO nos dá, a SALVAÇÃO e a GRAÇA ETERNA de nosso SALVADOR., agradecendo pelo ano que se encerra e por tudo que o Senhor haverá de realizar em 2013!


Alguns dados sobre o DIA NACIONAL DE AÇÕES DE GRAÇA (DNAG):


Dia Nacional de Ações de Graças


A idéia de transformar o "Dia de Ação de Graças" em acontecimento unversal nasceu de um brasileiro, Joaquim Nabuco, quando Embaixador do Brasil em Washington.
Em 1909, na Catedral de São Patrício, ao final da primeira Missa Pan-Americana, que celebrava o "Dia de Ação de Graças", o Embaixador brasileiro formulou publicamente o seguinte voto: "Eu quisera que toda a humanidade se unisse, no mesmo dia, para um agradecimento universal a Deus".
O diplomata brasileiro soube expressar em sua idéia todo o conhecimento que tinha sobre a população de seu país, baseado em seu passado histórico, firmando sempre, desde as origens, nas tradições cristãs do respeito à liberdade e aos direitos humanos, na proibição constitucional das guerras, na busca de solução dos conflitos sem derramamento de sangue, enfim, um país voltado para a paz.
No Brasil, o "Dia Nacional de Ação de Graças" foi instituído por meio da Lei nº 781, de 17 de agosto de 1949, pelo presidente Eurico Gaspar Dutra. O Decreto nº 57.298, de 19 de novembro de 1965, regulamenta as comemorações do "Dia Nacional de Ação de Graças". Finalmente, a Lei nº 5.110, de 22 de setembro de 1966, determina que o "Dia Nacional de Ação de Graças" seja comemorado na 4ª quinta-feira do mês de novembro, sendo o Ministério da Justiça o órgão legalmente incumbido de promover a sua celebração.
Histórico
A Comissão do Dia Nacional de Ação de Graças, do Ministério da Justiça, vem cumprindo suas atribuições de fazer a semana preparatória, com as mensagens oficiais e a cerimônia do "Te Deum", com todas as características especificadas no Decreto, cuidando da sua divulgação.
O relato das várias celebrações em todo o território nacional demonstram o interesse dos órgãos públicos e segmentos religiosos em comemorar o dia, bem como o envolvimento das autoridades eclesiásticas de vários pontos do país, em participar e apoiar o evento.
Um histórico de abrangência mundial registra como o mais longínquo "Te Deum" o que fez Cristóvão Colombo, em 1492, quando chegou à América, agradecendo a Deus pela descoberta.
Registra-se também que Cabral, quando chegou ao Brasil em 1500, rezou uma missa de agradecimento nas praias da Bahia.
Nos EUA, em 1612, os Peregrinos iniciaram a comemoração como "Dia de Ação de Graças" que evoluiu sempre mais, pois em 1789, o Presidente George Washington oficializava a comemoração.
Em 1863, o Presidente Lincoln determinava sua realização para a última quinta-feira do mês, sendo que estabelecia, também ele, que era esse dia feriado nacional.
O dia continuou a ser sempre comemorado, e em 1939 o Presidente Franklin D. Roosevelt proclamou essa comemoração para a quarta quinta-feira do mês, sendo essa data oficializada no Congresso Americano em 1941.
Para os estadunidenses as comemorações religiosas são acompanhadas de jantar de confraternização, com o tradicional peru e a torta de abóbora, que se tornaram símbolo desse dia.
FONTE: MINISTERIO DA JUSTIÇA

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A MARCA 
(as mãos unidas em gesto de oração e graças - leia o texto e entenderá)


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A marca do DNAG alude a uma história que aconteceu nos idos do século 15, numa vila perto de Nuremberg. Lá vivia uma família de 20 pessoas, formada por pai, mãe e 18 filhos. O pai trabalhava de sol a sol para manter todos. Mesmo nessas condições adversas, as duas crianças mais velhas tinham um sonho: estudar artes.
Cientes das poucas condições da família, os dois irmãos lançaram uma moeda e deixaram que a sorte decidisse a vida deles. Quem perdesse iria trabalhar nas minas e, com o salário, bancar o estudo do outro. O ganhador, quando terminasse o curso, financiaria o perdedor na academia, com a venda da sua arte ou se preciso trabalhando nas minas.
Albrecht Durer ganhou e foi para Nuremberg. Albert foi trabalhar nas perigosas minas e, pelos quatro anos seguintes, financiou seu irmão, cujo trabalho na academia foi um sucesso. Tão logo se formou, já ganhava consideráveis comissões por seus trabalhos.
Quando o artista voltou à vila a família fez uma festa para comemorar o sucesso de Albrecht. Após a refeição farta, Albrecht levantou-se e propôs um brinde a seu amado irmão, pelos anos de sacrifício que tinha permitido a Albrecht realizar seu sonho. Suas palavras foram: “E agora, Albert, meu irmão adorado, é a sua vez. Você pode ir à Nuremberg perseguir seu sonho, e eu cuidarei de você.
Do outro lado na mesa, fitado por todos os olhares, Albert, com os olhos cheios de lágrimas, repetia: “Não… Não… Não… Não…”. Ele explicou que não podia ir à Nuremberg, pois os quatro anos nas minas acabaram com as suas mãos. “Com minha mão direita mal consigo segurar um copo para retornar seu brinde. Não, meu irmão… Para mim é muito tarde”, disse ele.
Mais de 450 anos se passaram e centenas de obras do artista estão expostas pelo mundo. E, certamente, um dos trabalhos de Albrecht Durer lhe é familiar. É possível até que você tenha uma reprodução em sua casa ou escritório.
Um dia, por respeito e admiração a Albert por tudo que tinha sacrificado, Albrecht Durer desenhou as maltratadas mãos de seu irmão com as palmas juntas e os finos dedos voltados para o céu. Chamou sua obra simplesmente de “mãos”, mas o mundo inteiro, abrindo o coração para a obra, renomeou seu tributo ao amor de “Mãos em oração”.
Então, na próxima vez que você se deparar com uma imagem das “mãos em oração” dê-lhe um segundo olhar. Lembre-se de agradecer sinceramente a todos aqueles que lhe ajudaram a chegar onde você está, principalmente a DEUS.


  
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Professor obrigou alunos a tratar candomblé como “cultura”


Professor obrigou alunos a tratar candomblé como “cultura”, mas 13 alunos evangélicos resistiram à imposição

Julio Severo
Um grupo de 13 alunos evangélicos do ensino médio da escola estadual Senador João Bosco Ramos de Lima em Manaus (AM) iniciou, na semana passada, protesto depois de serem obrigados a fazer um trabalho defendendo as contribuições do candomblé para a sociedade brasileira.
O professor havia exigido que toda a classe escrevesse sobre o candomblé, mas ao se sentirem agredidos pela imposição, os estudantes evangélicos optaram por uma alternativa.

“Exijo de vocês um trabalho sobre candomblé como ‘cultura’!”
Com a orientação de seus pais, eles fizeram um trabalho muito inteligente sobre as missões evangélicas na África, mas a escola se recusou a aceitar. Por causa da intolerância das autoridades escolares, os alunos acamparam na frente da escola, protestando contra a atitude de forçá-los a aceitar uma cultura religiosa que viola seus valores e liberdade religiosa.
Os alunos aproveitaram e também protestaram contra a atitude dos professores de obrigá-los a usar livros que mencionam favoravelmente o homossexualismo.
Uma das alunas desabafou: “O que tem de errado no projeto são as outras religiões, principalmente o candomblé e o espiritismo, e o homossexualismo, que está nas obras literárias. Nós fizemos um projeto baseado na Bíblia”.
Ao tomar conhecimento do caso, a mídia esquerdista colocou as autoridades escolares na posição de heróis e os alunos, que são crianças, na posição de criaturas que precisam passar por um processo de “desinfecção” de preconceitos.
Aproveitando a hostilidade da mídia esquerdista contra a liberdade religiosa dos alunos, representantes do Fórum Especial de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros do Amazonas (FELGBTA), da secção do Amazonas da Ordem dos Advogados do Brasil e do Ministério Público do Amazonas foram à escola para defender publicamente a obrigação dos alunos evangélicos obedeceram à ordem do professor.
Para a lésbica Rosaly Pinheiro, do FELGBTA, o problema dos alunos evangélicos é na realidade racismo e intolerância à “diversidade” — termo que abrange praticantes do homossexualismo. “Nós temos dados de que 39% dos professores e alunos das escolas são homofóbicos”, disse a lésbica. Essa foi uma mentira descarada. De acordo com pesquisa de um instituto ligado ao PT, 99% da população brasileira demonstram aversão ao homossexualismo.
Para a representante do Ministério Público, Carmem Arruda, a situação também deve ser encarada como uma oportunidade para criar políticas de diversidade, de modo que os alunos vejam com naturalidade o candomblé, a homossexualidade e outras práticas consideradas ofensivas por crianças cristãs nas escolas.
Com a pressão dos grupos gays, do Ministério Público e da mídia esquerdista, a Secretaria de Educação do Estado, na pessoa de Edson Melo, disse na segunda-feira, 12 de novembro, que os alunos evangélicos não “podem passar uma borracha da história brasileira, e a cultural afro-brasileira está inclusa nela”. Ele reforçou que eles terão de apresentar um trabalho defendendo o candomblé como cultura, sob pena de tirarem zero.
Melo afirmou que desde 2003 existe a lei 10.635, que trata da obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena nas escolas. “Essa lei existe e é aplicada em todas as escolas brasileiras”, afirmou ele.
Os 13 alunos, se sentindo desamparados, prometeram encaminhar à Presidência da República um ato de repúdio, revelando que sofreram bullying de grupos gays, da direção da escola e das autoridades, e que estão tirando a liberdade religiosa deles só por serem evangélicos.
Pobres crianças! Não sei se adiantaria entrarem em contato com Dilma Rousseff, que aproveitaria para recomendar maiores políticas de “diversidade cultural” nas escolas, o que basicamente significa que todos devem acolher com carinho o candomblé e o homossexualismo.
Não há nenhuma autoridade evangélica em Manaus para ajudar essas crianças contra o bullying e intolerância que estão sofrendo?
Esse caso é simplesmente absurdo. O professor impõe um trabalho sobre candomblé, e a mídia esquerdista trata como intolerantes as crianças evangélicas.
Meses atrás, uma professora evangélica foi quase linchada pela mídia esquerdista e pela Secretaria de Educação de São Paulo, porque a educadora fazia uma reflexão voluntária sobre a Bíblia em suas aulas, sem forçar nada em ninguém. Mas nesse caso, a mídia disse que a intolerante ela era.
Seguindo a insanidade da mídia, será que se a professora forçasse todos os alunos a fazerem trabalhos sobre a Bíblia e sobre Cristo, as autoridades e jornalistas acusariam os alunos de intolerantes se protestassem contra a imposição?
A professora evangélica não impôs nada, e foi ameaçada, punida, difamada e quase fuzilada como intolerante. Mas quando um professor de Manaus OBRIGA alunos evangélicos a defender o candomblé em trabalho escolar, o intolerante não é o exigente, mas as crianças, que são covardemente sobrecarregadas de ameaças.
Pobres crianças! Se fossem filhos de adeptos do candomblé e recusassem fazer trabalhos sobre a esmagadora herança cristã do Brasil, a imprensa esquerdista inteira sairia em defesa da liberdade religiosa delas. Mas como essas crianças são evangélicas, a ditadura esquerdista é implacável: submissão ou bullying.
Precisamos denunciar o bullying que essas crianças estão sofrendo do professor, grupos gays e Ministério Público. Se não aprendermos a defender nossos direitos desses brutamontes politicamente corretos, a opressão vai piorar sobre os nossos filhos.
Precisamos defender a liberdade de expressão e religião dessas crianças evangélicas, pois se não o fizermos, a Globo, a Record, o governo do PT, os grupos gays e os grupos de candomblé não o farão.
Apelo, pois, para que todo o povo de Manaus socorra esse grupo de 13 alunos, que agiu certo. Se ninguém ajudá-los, a mídia, a Secretaria de Educação, grupos gays e o Ministério Público obrigarão os alunos a escrever sobre as contribuições do candomblé para a sociedade brasileira.
Nesse caso, eu falaria a verdade. O candomblé — que de acordo com os ensinos da Bíblia se enquadra na categoria de bruxaria — realmente fez grande contribuições. O problema é que nenhuma delas foi positiva e boa. Será que os alunos terão liberdade de falar a verdade?
Na prova, não havia alternativa. As respostas tinham de vir de acordo com a teoria de Darwin, e responder de acordo com essas mentiras violaria minha consciência. Tirei zero, assim como eu tiraria zero se tivesse de responder a insanas perguntas na Alemanha nazista ou União Soviética, que impunham absurdos sobre as crianças nas escolas.
Feliz é a criança que não se submete às insanidades do Estado na escola.
Parabéns aos 13 alunos da escola estadual Senador João Bosco Ramos de Lima em Manaus!
Com informações de A Crítica e D24AM.
Leitura recomendada:
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A Conquista Do Eu


"Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se
perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da suaalma?" Mateus 16:26


 Em São Petersburgo há, na praça em frente à Catedral de
Santo Isaque, a magnífica estátua de Pedro, o Grande, com
sua mão erguida, apontando sua nação para a frente e para o
leste em direção ao mar. Pedro foi o construtor da Rússia
moderna. Em muitos aspectos, ele bem mereceu o título "o
grande", mas, ele era sujeito a explosões maníacas de fúria
e raiva. Em uma de tais explosões, ele matou seu próprio
filho. Quando seu reinado estava se findando, Pedro, o
Grande, uma vez observou: "eu conquistei um império, mas, eu
não pude conquistar a mim mesmo."

Há pessoas que passam a vida atrás de grandes conquistas.
Sempre querem mais e nunca estão satisfeitas com o que já
conquistaram. Conquistam tudo e não podem ser chamadas de
vencedoras, pois, esquecem-se do principal -- a conquista de
si mesmas, da alegria de viver, da paz no coração, da
salvação em Cristo, do passaporte para a vida abundante e
eterna.

Quando vencemos o egoísmo, a vaidade, a arrogância, a
prepotência, a insatisfação constante, então começamos a nos
preparar para outras conquistas que acrescentarão a
verdadeira alegria e felicidade aos nossos dias. As nossas
vitórias terão a aprovação de Deus e o regozijo de nossas
almas será verdadeiro e eterno.

 Quando estou de bem comigo mesmo, estou de bem com a minha
família, com meus amigos, com meus vizinhos e,
principalmente, com Deus. E, com a bênção da companhia do
Senhor, tudo mais acontecerá para a minha edificação e
crescimento espiritual. Essa será a minha maior vitória e o
marco que determinará todas as minhas futuras conquistas.

 Você quer ser uma pessoa de grandes conquistas? Comece por
sua própria vida.

Paulo Barbosa
Um cego na Internet
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É Melhor Resistir


"Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá
de vós" Tiago 4:7

 Um inteligente menino, que havia aprendido sobre os males da
bebida e que havia se comprometido a evitá-la, visitou,
certa vez, um tio rico que lhe ofereceu um copo de vinho. O
menino recusou. Desejando ver até que ponto o menino seria
capaz de resistir, insistiu e, por fim, ofereceu-lhe um
relógio novo caso ele aceitasse beber o vinho. O menino
recusou, dizendo: "Por favor, não me tente. Se eu me
mantiver abstêmio, um dia poderei comprar, eu mesmo, um
relógio. Mas, se eu beber e aceitar o seu relógio de
presente, talvez eu tenha, um dia, que penhorá-lo para obter
pão."

O mundo nos tenta, a cada dia, com prazeres que podem nos
levar à destruição total. Muitos desses prazeres têm
aparência ingênua, inofensiva e até agradável. Até pensamos
que somos fortes suficientes para não nos deixar enredar ou
prender, mas, quando percebemos, já é tarde demais.

 É necessário que estejamos firmes em Cristo. Ele nos
protege, nos dirige, nos liberta. Às vezes, por um simples
descuido, perdemos a paz, a alegria, a bênção tão almejada.

 Melhor é resistir ao mal, ficar longe dele, evitá-lo a todo
custo. Quem não experimenta o vício, não se vicia. Quem não
se move ladeira abaixo, não têm de se esforçar para subir
novamente. Quem não se mete em atalhos desconhecidos, não
precisa se inquietar para achar novamente o Caminho.

 Quando estamos determinados a resistir ao mal, o Senhor nos
ajuda e nos fortalece. Quando nos deixamos vencer pela
tentação, perdemos o contato com Deus, o nosso coração se
entristece e os dias felizes se tornam muito mais escassos.

 Se você não consegue resistir aos enganos deste mundo, peça
forças ao Senhor. Ele lhe ajudará.
Paulo Barbosa
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