quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

As características esperadas de um analista de redes sociais


Qual é o perfil ideal de um analista de redes sociais?

Especialista afirma que um profissional responsável por gerenciar redes sociais de uma pequena empresa deve ter características multidisciplinares

Qual é o perfil ideal de um analista de redes sociais? Respondido por Lucas Diniz, especialista em redes sociais
O mercado de mídias sociais é recente e tem recebido profissionais de diferentes formações, principalmente das áreas da comunicação, marketing e administração. Contratar um analista para fazer o trabalho internamente é a realidade da maioria das pequenas e médias empresas.
Entretanto, mesmo que você contrate uma agência, é importante ter um profissional dentro de sua empresa focado na área. Confira abaixo, algumas características esperadas de quem vai realizar essa função:
1 - Ser criativo
É necessário saber se expressar, mesclando elementos da comunicação escrita com a visual. O profissional deve buscar formas originais de transmitir mensagens que irão, além de comunicar algo, motivar o público a interagir com o conteúdo e repassá-lo para sua rede de amigos. Criatividade para reinventar e adaptar constantemente a forma de comunicação é essencial.
2 - Ser cordial
Com a crescente demanda de atendimento em redes sociais, o analista torna-se responsável por administrar um SAC 2.0. Para isso, precisará conversar, interagir e auxiliar usuários a resolverem problemas. A empatia e a cordialidade ajudam a evitar crises e gerenciar conflitos.
3 - Ser organizado
Criar pautas de conteúdo para diferentes redes sociais, agendar publicações, controlar o fluxo de resposta aos usuários, acompanhar o desenvolvimento de aplicativos e concursos, além de monitorar o que é dito sobre a marca mês a mês e gerar relatórios, exige disciplina e organização. O profissional deve documentar esses processos e acompanhá-los diariamente para uma perfeita execução do trabalho.
Lucas Diniz é analista de social media marketing da agência CadastraEnvie suas dúvidas com a palavra redes sociais no assunto da mensagem paraexamecanalpme@abril.com.br

Fonte: Exame.com

Visita pastoral à hospitais tem amparo constitucional


LEGISLAÇÃO QUE AMPARA O PASTOR À ASSISTÊNCIA RELIGIOSA EM HOSPITAIS PARTICULARES E PÚBLICOS
Artigo 5º, inciso II, CF.
“Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei”.
Comentários:
1) Somente haverá proibição para o pastor adentrar à um hospital se for expressamente proibida através de lei.
2) O hospital deverá exibir a lei proibitiva.
Caso haja (o que atualmente não há) alguma lei proibitiva do pastor adentrar a qualquer hospital, estará essa lei infringindo norma Constitucional, portanto será, a referida lei, manifestamente inconstitucional, com base no artigo 5º, inciso VII, da Constituição Federal.
Artigo 5º, inciso VII, CF.
“É assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva”.
Comentários:
1) Neste dispositivo da constituição federal fica claro o direito constitucional de o pastor adentrar aos hospitais para dar assistência religiosa.
2) A Lei 9.982, de 14.7.2000, é o dispositivo de legislação infraconstitucional que regulamenta as visitas em hospitais.
Inclusive os hospitais militares estão obrigados a permitir a assistência religiosa.
Lei 9.982, de 14.7.2000.
Que regulamenta a assistência religiosa em hospitais. (segue abaixo a íntegra da Lei promulgada pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso):
LEI No 9.982, DE 14 DE JULHO DE 2000.
Dispõe sobre a prestação de assistência religiosa nas entidades hospitalares públicas e privadas, bem como nos estabelecimentos prisionais civis e militares.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o Aos religiosos de todas as confissões assegura-se o acesso aos hospitais da rede pública ou privada, bem como aos estabelecimentos prisionais civis ou militares, para dar atendimento religioso aos internados, desde que em comum acordo com estes, ou com seus familiares no caso de doentes que já não mais estejam no gozo de suas faculdades mentais.
Parágrafo único. (VETADO)
Art. 2o Os religiosos chamados a prestar assistência nas entidades definidas no art. 1o deverão, em suas atividades, acatar as determinações legais e normas internas de cada instituição hospitalar ou penal, a fim de não pôr em risco as condições do paciente ou a segurança do ambiente hospitalar ou prisional.
Art. 3o (VETADO)
Art. 4o O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de noventa dias.
Art. 5o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 14 de julho de 2000; 179o da Independência e 112o da República.
FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
José Gregori
Geraldo Magela da Cruz Quintão
José Serra
Publicado no D.O. de 17.7.2000
Os direitos dos pastores darem assistência religiosa aos pacientes internados em hospitais particulares e públicos são assegurados pela Constituição Federal e por Lei ordinária.
Ficam ainda ressalvados os direitos dos próprios pacientes de receberem visitas que lhes interesse, independentemente de condição religiosa