segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Você Vai Continuar Sentado?

Você Vai Continuar Sentado?

"... sê forte, diz o SENHOR, e trabalhai, porque eu sou
convosco, diz o SENHOR dos Exércitos" (Ageu 2:4).

"Deus nada vai fazer pelos preguiçosos e glutões barrigudos,
que não se ocupam e nem se interessam por nada. Eles agem
como se precisassem apenas sentar e esperar Deus colocar a
comida em suas bocas." (Martinho Lutero, 500 anos atrás)
De que temos nos ocupado na obra do Senhor? Até que ponto
nos interessamos em proclamar o nome de Jesus, que foi
enviado pelo Pai para salvar os pecadores, dando-lhes a
oportunidade de perdão e de vida eterna? Temos sido
participantes ativos na seara do Mestre ou apenas esperamos,
sentados, a colheita das bênçãos?

A Palavra do Senhor nos ensina: "Buscai..."; "Esforça-te
e..."; "Ide e...". Temos feito isso? Temos nos colocado à
disposição com gratidão e alegria? Temos feito nossa parte
com determinação?

Deus não nos mandou salvar os perdidos -- Esta tarefa é do
Senhor Jesus. Deus também não nos mandou convencer a todos
de que são pecadores -- Essa é a obra do Espírito Santo.
Mas, Deus nos mandou pregar o Evangelho... Essa é a nossa
parte. E muito felizes seremos se estivermos interessados e
ocupados nesse ministério que o Senhor nos confiou.

É muito bonito ver as igrejas cheias no final de semana, com
seus membros cantando e glorificando a Deus. Mas, e nos
outros dias? Nas reuniões de oração... quase ninguém vai.
Nas reuniões de estudo da Palavra... a igreja está vazia.
Nas saídas para evangelizar... onde estão todos? E ainda
queremos bênçãos? E murmuramos quando elas não chegam?

Não existem santos de tempo parcial! Não existem crentes de
final de semana! Não existem fiéis com hora marcada! Ou
somos do Senhor em tempo integral ou... nada somos.
Você vai continuar sentado ou vai levantar e começar a
trabalhar agora mesmo?

Fonte:
Paulo Barbosa



André Ribeiro de Mendonça
(Pastor na www.iamir.com.br / Empresário de Network Marketing - Marketing Multinível - MMN)
Twitter: http://twitter.com/andrermendonca
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BARRETOS, SÃO PAULO, BRASÍLIA: TERRITÓRIOS DE ADORAÇÃO - BRASIL, TERRA DO AVIVAMENTO
TERRA DA ADORAÇÃO AO ÚNICO SENHOR, JESUS CRISTO!

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

A palavra de Deus: Bíblia, verdade eterna.

A PALAVRA DE DEUS -- A Bíblia

A cada dia a Bíblia, a Palavra Viva de DEUS, é o mais forte dos alicerces, o mais reto prumo para a VIDA, fonte inesgotável de eternidade, salvação, cura, transformação genuína para toda a humanidade, através de JESUS CRISTO.

Em breve, simples e direto estudo vemos abaixo alguns textos que reforça o acima exposto.

João 14:21Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele.”

Em Josué 23, Deus orienta a OBSERVAR A LEI DO SENHOR, ou seja, SEGUIR O QUE A PALAVRA DE DEUS NOS MOSTRA. Seguir e obedecer!

Josué 23:6,7Esforçai-vos, pois, muito para guardardes e cumprirdes tudo quanto está escrito no Livro da Lei de Moisés, para que dela não vos aparteis, nem para a direita nem para a esquerda; 7 para que não vos mistureis com estas nações que restaram entre vós. Não façais menção dos nomes de seus deuses, nem por eles façais jurar, nem os sirvais, nem os adoreis. 8 Mas ao SENHOR, vosso Deus, vos apegareis, como fizestes até ao dia de hoje;”


O QUE FAZER:                                   PARA QUE:
                     
ESFORÇO;                                          NÃO SE APARTAR DA PALAVRA;
GUARDAR;                                          NÃO SE MISTURAR
CUMPRIR;

RESULTADO:
COMUNHÃO COM DEUS


O contrário:

Josué 23:12,13 >>> “Porque, se de algum modo vos desviardes, e vos apegardes ao restante destas nações que ainda ficou entre vós, e com elas vos aparentardes, e vós a elas entrardes, e elas a vós. Sabei certamente que o SENHOR vosso Deus não continuará a expulsar estas nações de diante de vós, mas elas vos serão por laço e rede, e açoite às vossas ilhargas, e espinhos aos vossos olhos; até que pereçais desta boa terra que vos deu o SENHOR vosso Deus.”

Na carta I Pedro, no capítulo 1º, versos 24 e 25, o Senhor nos leva a meditar nesta verdade eterna: “Pois toda carne é como a erva, e toda a sua glória, como a flor da erva; seca-se a erva, e cai a sua flor; 25 a palavra do Senhor, porém, permanece eternamente. Ora, esta é a palavra que vos foi evangelizada.”

BÍBLIA > NENHUMA LITERATURA SE IGUALA A ELA

Milhares de anos antes das verdades descritas por Pedro vemos no livro de Deuteronômio, capítulo 30, versículo 14, esta maravilhosa palavra que atinge-nos fortemente nos levando a refletir profundamente como eterna ordenança: “Pois esta palavra está mui perto de ti, na tua boca e no teu coração, para a cumprires.” 

>> Você pode cumprir ... É POSSÍVEL!!!!

Ao rejeitar, recusar a palavra do Deus eterno, Criador, o homem se vê verdadeiramente perdido, a caminho do fracasso e da derrota espiritual e física:

I SM 15:23 “Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e a obstinação é como a idolatria e culto a ídolos do lar. Visto que rejeitaste a palavra do SENHOR, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei.”

Reflita, ore, busque ao SENHOR, obedecendo e seguindo as escrituras, a Sua palavra, a Bíblia Sagrada:

II SM 22:31O caminho de Deus é perfeito; a palavra do SENHOR é provada; ele é escudo para todos os que nele se refugiam.”


Pr André Ribeiro de Mendonça

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Senador evangélico é perseguido por ter denunciado narcotráfico do governo comunista da Bolívia





Revista Veja explica que senador evangélico está sendo perseguido por ter denunciado narcotráfico do governo comunista da Bolívia

VEJA desta semana mostra que embaixador boliviano assumiu o cargo diplomático há um ano com a missão expressa de fazer frente às denúncias contra os narcofuncionários

Duda Teixeira
Jerjes Justiniano, embaixador boliviano no Brasil, atuando para defender interesses financeiros e estatais do narcotráfico de seu país
O motivo primordial da perseguição política que levou o senador Roger Pinto Molina a pedir asilo na Embaixada do Brasil em La Paz foi um dossiê que ele entregou no Palácio Quemado, sede do Executivo boliviano, em março de 2011. O pacote trazia cópias de relatórios escritos por agentes da inteligência da polícia boliviana em que se desnudava a participação de membros do partido do presidente Evo Morales, o Movimento ao Socialismo (MAS), e de funcionários de alto escalão do seu governo no narcotráfico. Alguns desses documentos posteriormente também foram obtidos por VEJA e serviram de base para a reportagem "A República da cocaína", de 11 de julho de 2012. Neles, afirma-se que o atual ministro da Presidência da Bolívia, Juan Ramón Quintana, e a ex-modelo Jessica Jordan entraram na casa do narcotraficante brasileiro Maximiliano Dorado, em Santa Cruz de la Sierra, no dia 18 de novembro de 2010. Os dois saíram cada um com duas maletas tipo 007. A intenção do senador hoje refugiado no Brasil era que o presidente Morales mandasse investigar as denúncias, e assim contribuísse no combate à indústria da pasta de coca — matéria-prima contrabandeada para o Brasil para a produção de cocaína e crack e à rede de corrupção ligada a ela.
Nenhum suspeito foi interrogado. Em vez disso, Morales iniciou a perseguição ao senador Pinto Molina e nomeou para o posto de embaixador no Brasil o advogado Jerjes Justiniano, que assumiu há um ano com a missão expressa de fazer frente às denúncias contra os narcofuncionários da Bolívia. Morales poderia ter escolhido alguém menos comprometido com o assunto para desempenhar esse trabalho. O filho do embaixador, o também advogado Jerjes Justiniano Atalá, tem entre seus maiores clientes justamente funcionários do governo acusados de narcotráfico. Pior do que isso. Atalá, que no passado dividiu o escritório com o pai, foi o advogado do americano Jacob Ostreicher, que investiu 25 milhões de dólares em plantações de arroz na Bolívia em parceria com a colombiana Cláudia Liliana Rodriguez, sócia e mulher de Maximiliano Dorado. Resumindo a história: o filho do embaixador defendeu o sócio da mulher do traficante brasileiro, aquele que recebeu em sua casa o ministro denunciado por Pinto Molina. Trata-se, no mínimo, de uma coincidência constrangedora para o papel que Justiniano veio desempenhar no Brasil.
Igualmente constrangedor é um vídeo de quatro minutos que mostra o embaixador visitando a fábrica do narcotraficante italiano Dario Tragni, em Santa Cruz de la Sierra, no início de 2010. Na ocasião, Justiniano era candidato ao governo de Santa Cruz pela legenda do presidente Morales. Ele foi derrotado na eleição, que ocorreu em abril. No tour pela fábrica de madeira Sotra, Justiniano percorreu as dependências do local ciceroneado por um Tragni falante e irrequieto. "Esta é uma das máquinas mais produtivas da América Latina", disse Tragni, apontando para um de seus equipamentos. Justiniano perguntou: "Estão exportando para onde?". O italiano respondeu orgulhoso que para Espanha, Itália, Estados Unidos e Alemanha. Participou também da visita amigável Carlos Romero, atual ministro do Governo da Bolívia e responsável pela segurança interna do país. O incrível desse episódio é que poucos meses antes, em novembro de 2009, a polícia encontrara na Sotra diversos recipientes com cocaína, somando 2,4 quilos. No quarto de Tragni, foram apreendidos uma balança e um liquidificador com vestígios de cocaína. Um dos conhecidos meios para transportar drogas usado pelos traficantes bolivianos é escondê-las dentro de compensados de madeira para exportação.
Em tempo: em outubro do ano passado, o ator americano Sean Penn foi nomeado por Morales como embaixador mundial da coca. Nem precisava. A Bolívia já tem Jerjes Justiniano despachando em Brasília.   
Divulgação: www.juliosevero.com

  


André Ribeiro de Mendonça
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Senador evangélico corre risco de vida se for entregue ao governo comunista da Bolívia, mas Dilma e o PT não se importam


Em reportagem de Rubens Valente, da Folha de S. Paulo, o senador Roger Pinto Molina, de 53 anos, opositor do marxismo radical do presidente boliviano Evo Morales, falou sobre suas dificuldades com a comunização da Bolívia sob Evo, cujo governo mantém uma relação promíscua com o narcotráfico.

Senador Roger Pinto Molina
Molina chegou a Brasília no dia 24 de agosto, após longa viagem de carro e avião organizada pelo diplomata brasileiro Eduardo Saboia. O senador, que havia pedido asilo em 2012, permaneceu 15 meses encerrado e isolado na Embaixada do Brasil em La Paz, em condições de sub-prisioneiro, sendo-lhe negado até ver a luz do sol — o que seria contrário aos direitos humanos. A operação para tirá-lo da "prisão" na Embaixada contou com a ajuda corajosa do católico Saboia, que disse ter ouvido a voz de Deus para ajudar o senador evangélico boliviano.
A chegada dele ao Brasil deixou Evo e Dilma igualmente irados, pois Saboia atrapalhou os planos brasileiros e bolivianos que estavam aguardando que as péssimas e insuportáveis condições da prisão da embaixada fizessem o senador "voluntariamente" se entregar aos comunistas bolivianos.
O suplício do senador não terminou. Manobras políticas lhe removeram o asilo depois que ele chegou ao Brasil e agora o jogo do PT nos bastidores buscará criar "condições" para que o senador evangélico seja entregue nas garras do comunista Evo.
O péssimo tratamento na Embaixada do Brasil é um aviso: quem se opuser ao marxismo e procurar asilo em embaixadas brasileiras sob o PT comerá o pão que o diabo amassou. O PT não tem dó nem misericórdia de que faz oposição à sua ideologia.
De forma inversa, terroristas e comunistas serão recebidos calorosamente nas embaixadas brasileiras, sendo-lhes garantido asilo e proteção, e o embaixador que mantiver o asilado comunista em isolamente perderá o cargo imediatamente.
O Brasil sob o PT se tornou um país hostil aos verdadeiros perseguidos e hospitaleiro para criminosos.
A seguir, a entrevista do boliviano perseguido Roger Pinto Molina à Folha de S. Paulo:
Sou do departamento de Pando, uma das regiões mais atrasadas da Bolívia. Meu pai era do campo, minha mãe trabalhava em casa, e em algum momento tivemos um pequeno comércio, que foi o que nos permitiu estudar. Era uma pequena mercearia, que vendia alimentos. Trabalhei muito para conseguir estudar. Em minha região não havia uma universidade, então tive que ir para outra cidade. Minha família não tinha condições de pagar uma universidade. Trabalhei no banco Ganadero, na área de crédito, por dez anos.
Tenho uma base cristã de princípios, sou evangélico batista, e sempre entendi que o trabalho social que as igrejas fazem é fundamental.
Fui presidente do tribunal eleitoral, vereador, deputado, depois governador [de Pando], deputado novamente, senador e hoje tenho um mandato até fevereiro de 2015. Ocupei vários cargos, no Senado, deputado, vice-presidente do Senado. O principal foi o chefe da oposição no Senado no último ano.
[O então deputado] Evo Morales era alguém com quem convivi nos primeiros anos no Congresso. Era um amigo, com quem eu podia jogar futebol. E jogamos várias vezes juntos, tenho fotos.
De maneira contínua ele me convidou para participar desse projeto político, ou parte desse projeto. Tínhamos uma visão diferente. Sempre acreditei que o tema da coca fosse a matéria-prima para o narcotráfico e era preciso atacar isso. Ele defendia a coca. Eu acreditava na liberdade, no direito privado, na propriedade das coisas e consciente de que era necessário reduzir a coca.
Quando chegou ao governo, Evo nos convidou de novo ao palácio, umas três ou quatro vezes. Ele queria que fizéssemos parte do seu governo. Nós achamos que era mais importante ajudá-lo nos temas sociais, da luta contra a miséria, com isso nós nos comprometemos.
Mas logo veio um processo de decomposição e violência do governo que atribuo à presença cubana e ao processo de linchamento político.
Depois que Cuba e Venezuela intervieram de forma direta [formando parcerias com o governo], ele teve outro tipo de política e comportamento muito mais agressivos. Então se estabelece como política de seu governo acabar com a oposição. E começa a perseguir de maneira sistemática todos os ex-presidentes, ex-governadores.
Todos os governos de esquerda querem é chegar, mudar a Constituição, adequá-la a eles, porque têm um objetivo, consolidar-se no governo, não importa como.
Nenhum desses governos se vai por vontade própria, de forma democrática. Ou seja, é o modelo chavista-cubano. E claro que nós nos opomos a isso. Queríamos que houvesse um Estado, uma República, que havia que se conservar a constitucionalidade.
O modelo cubano é que o se chama de "segundo paredón". Hoje em dia já não te matam, mas te destroem, te desqualificam e te acusam de maneira sistemática.
No meu caso, começa no ano de 2008, quando o governo leva gente para a minha região e há confrontação e morrem camponeses, como fruto da violência que foi gerada pelo governo.
Eu estava em La Paz, era chefe da oposição. Não tinha nada a ver com o governo departamental.
Não estava nem perto. Tenho uma propriedade na região desde os anos 80, mas ela não foi invadida. Poderia dizer o contrário, mas não seria verdadeiro. Tem 1.150 hectares e umas 650 cabeças de gado. É pequena.
O governo começa a inventar processos de todo tipo. Inventam uma acusação de que eu causei dano ao Estado pela venda de um terreno.
Totalmente falso. Fui condenado à revelia apenas porque empresas destinaram recursos para uma universidade pública, que formou milhares de estudantes.
O juiz que primeiro me julgou disse que deveriam fazer um monumento para mim. Abriram 22 processos. Dez eram por desacato. Havia cerco judicial.
Descobriram-se três ou quatro planos para me assassinar. Detiveram-me por 45 dias, violando a Constituição, em prisão domiciliar. Vêm de maneira mais seguida as ameaças de mortes, chegando a um ponto insuportável. Então se descobre um plano para me sequestrar.
Isso me levou a tomar uma decisão do pedido de asilo. Eu estava atacando os interesses do verdadeiro setor forte do governo Evo Morales, que é o tema da droga.
Hoje em dia, retornar à Bolívia é pouco menos que um suicídio para mim. Se você escuta Morales, como ele fala, o pouco respeito que tem pelas pessoas, tenha a plena segurança de que voltar à Bolívia [para mim] é uma sentença de morte.
O isolamento na embaixada era insuportável. Em algum momento, disse "bom, por que não termino isso de uma vez?". Na primeira vez parece estranho, porque sou cristão. Mas à medida que o tempo passa, isso volta à mente, "seria tão simples e amanhã tudo estaria acabado". Saboia começou a se preocupar. E então ele me disse ter três opções, e a terceira era cumprir os objetivos que havia dito a presidente Dilma [quando da concessão do asilo], que era preservar minha vida.
Julio Severo



segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Lei da Palmada: os filhos poderão decidir sobre tudo, sem ingerência dos pais ou responsáveis

Entrevista com Paulo Fernando, membro da comissão de bioética da arquidiocese de Brasília e assessor parlamentar na câmara dos deputados

(Zenit.org) Thácio Lincon Soares de Siqueira
Um assunto que toca diretamente os pais e mães do Brasil, e que, de certa forma invade sem pedir licença, todos os lares desse país é o projeto de lei batizado pela imprensa nacional como "Lei da Palmada", o PL 7672/2010 que visa "proibir o uso de qualquer castigo físico ou ato considerado cruel, degradante ou humilhante na educação de crianças e adolescentes".
"Obviamente, ninguém em sã consciência defende o espancamento de crianças e adolescentes", disse em entrevista a ZENIT o dr. Paulo Fernando, porém, mais uma vez um PL aparece com conceitos pouco claros, como "constrangimento e humilhação" que são "bem subjetivos", além do que "os maus tratos, lesão corporal, tortura já tem previsão no ordenamento jurídico brasileiro", explicou Paulo Fernando.
"Afora o fato de que o projeto diz respeito à disciplina do exercício do pátrio poder, indiscutivelmente inserto no âmbito da intimidade da vida privada da família", explicou o assessor parlamentar, afirmou também que isso mostra "um profundo caráter ideológico da intervenção do Estado nos assuntos privados e que só dizem respeito ao seio da família" e a instituição de uma "educação "sem rédeas ou freio", onde os filhos poderão decidir sobre tudo, sem ingerência dos pais ou responsáveis."
Em conversa com ZENIT, Paulo Fernando de Melo, pai de 5 filhos, membro da comissão de bioética da arquidiocese de Brasília e assessor parlamentar na câmara dos deputados aborda esse tema na entrevista abaixo:.
ZENIT: Dr. Paulo Fernando, o senhor esteve ontem numa mesa redonda no programa Diário Brasil, da TV Genesis, discutindo o projeto de lei da Palmada. Que lei é essa? Qual é o histórico dessa proposição?
Paulo Fernando: A Lei da Palmada é o nome dado ao PL 7672/2010, de autoria do presidente Luís Inácio, que "altera a Lei n. 8.069, de 13 de junho de 1990, que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente para estabelecer o direito da criança e do adolescente de serem educados e cuidados sem o uso castigos corporais ou de tratamento cruel ou degradante".
A matéria já havia sido tratada em 2003, com o PL 2654/2003 da Deputada Maria do Rosário (PT/RS), atual Ministra dos Direitos Humanos e está aguardando a apreciação de 2 recursos contra o poder conclusivo em plenário desde 2006.
O PL 7672/2010 visa proibir o uso de qualquer castigo físico ou ato considerado cruel, degradante ou humilhante na educação de crianças e adolescentes.
O conceito de constrangimento e humilhação é bem subjetivo, além do que os maus tratos, lesão corporal, tortura já tem previsão no ordenamento jurídico brasileiro.
O PL 7672/2010 foi aprovado por uma Comissão Especial com a relatoria da Deputada Teresa Surita.Foram apresentados 6 recursos ao plenário contra o poder conclusivo das comissões.Estranhamente os deputados retiraram as suas assinaturas por uma forte pressão de uma famosa apresentadora de TV.
O deputado Marcos Rogério PDT/RO impetrou um mandado de segurança no STF com pedido de liminar asseverando que o despacho da Mesa da Câmara, determinando o poder conclusivo, contrariou os arts. 24, II, "e" do Regimento Interno da Câmara dos Deputados e art. 68, §1º, II, Constituição Federal, pois dispõe sobre matéria que não é objeto de delegação legislativa.
A proposição, ao tratar em seu art. 17-A, do direito da criança de ser educada, cuidada, tratada ou vigiada sem uso de castigo corporal ou tratamento cruel ou degradante, discute matéria que se insere no âmbito normativo do inciso III, do art. 5º da Constituição Federal, rol inequívoco de direitos individuais. Afora o fato de que o projeto diz respeito à disciplina do exercício do pátrio poder, indiscutivelmente inserto no âmbito da intimidade da vida privada da família, também arrolada como direito individual no inciso X do mesmo dispositivo constitucional.
O relator da matéria no STF é o Ministro Luis Fux que pediu informações à Câmara dos Deputados e ao Procurador-Geral da República.
ZENIT: O povo brasileiro foi consultado sobre esse projeto?
Paulo Fernando: Em enquete realizada pelo site da Câmara dos Deputados 94 % dos internautas manifestam-se contrários à proposição e a maioria dos parlamentares também são contra o projeto.
ZENIT: Na prática, os pais serão constrangidos em quais pontos?
Paulo Fernando: Cria-se uma central de denúncias contra os pais ,principalmente nas famílias com muitos filhos e atingirá também os educadores, pois se quebra o respeito ao poder familiar, a hierarquia e enfraquece a disciplina e a obediência. Obviamente, ninguém em sã consciência defende o espancamento de crianças e adolescentes, mas muitas vezes uma reprimenda leve e educativa pode ser utilizada como o último recurso, afinal uma palmadinha explicada não dói.
ZENIT: O que pode estar por detrás desse projeto de lei?
Paulo Fernando: O PL é revestido de um profundo caráter ideológico da intervenção do Estado nos assuntos privados e que só dizem respeito ao seio da família. Uma das principais caraterísticas de um Estado autoritário socializante é intervir nos assuntos privados do cidadão de bem. Instituir uma educação "sem rédeas ou freio", onde os filhos poderão decidir sobre tudo, sem ingerência dos pais ou responsáveis.
ZENIT: Sobre a lei da Palmada, o que os eleitores podem fazer para barrar essa lei?
Paulo Fernando: Informar-se do texto e de suas consequências, cobrar dos deputados da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados a não apreciação da matéria e, se por acaso for para o Senado Federal, rogar aos senhores senadores a rejeição na íntegra da proposição.
Fonte: Zenit
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
A importância de disciplinar os filhos (artigo especial de Julio Severo sobre a correção física dos filhos)

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