sexta-feira, 8 de março de 2013

Os luxuosos carros dos Cardeais

Antonio Cechin, marista e militante de movimentos sociais, autor do livro “Empoderamento Popular. Uma pedagogia de libertação.”, nas palavras reveladas de sua memória em um artigo seu (onde não faltaram críticas ao Papa, entre elas, sobre a nova europeização do Colégio de Cardeais), lembrou-se dos tempos que trabalhou na então Sagrada Congregação para os Ritos (hoje “para a Causa dos Santos”) e falou de
detalhes interessantes sobre os automóveis usados no Vaticano:

Automóvel usado pelo Cardeal-Secretário de Estado

“[...]‘Stato Città del Vaticano‘. “As três maiúsculas da designação oficial do país em italiano – SCV – estão nas placas de todos os automóveis, em geral carros clássicos, muitos dos quais doação das fábricas de automóveis desse mundão de Deus e por isso mesmo de ótima aparência, sempre em gestos de “captatio benevolentiae” (captação das boas graças) como qualificavam presentes desse tipo, os latinos antigos.


Eu mesmo, nos dois anos em que trabalhei na Sagrada Congregação dos Ritos, usufruí da mordomia desse tipo de transporte. Sempre que havia uma cerimônia de beatificação ou canonização, de manhã bem cedo, encostava junto à minha moradia, um carrão desses a fim de me levar até o interior do pequeno país também denominado Santa Sé ou Cúria Romana [?]. Saltava do carro bem junto à Capela Sistina e um funcionário já estava à minha espera para vestir-me com a indumentária especial da cerimônia, o ferraiolo.

Segundo Cechin, alguns desses carros seriam doação de fábricas automobilísticas,
como acontece ao papamóvel. Ao fundo, é possível ver o Papa Bento XVI

Não faltavam humoristas entre o povo, sempre prontos para, na passagem de um automóvel desses, tendo presente o fausto das cerimônias vaticanas, ler SCV, em italiano,“SCristo Vedesse!…” ou seja: Se Cristo Visse!… cotejando a pobreza do Mestre com a riqueza atual da instituição que se declara seguidora”.

Fonte: Blog "Direto da Sacristia"

Vaticano, estado sob suspeita ou igreja em crise?


  O JOGO DE PODER POR TRÁS DO VATICANO
Como um escândalo de corrupção, lavagem de dinheiro e intrigas pelo poder dividiu a cúpula da Igreja. E por que ele será uma peça-chave na eleição do próximo papa
“O papa vai morrer daqui a um ano”, teria dito o cardeal italiano Paolo Romeo numa viagem à China. Foi há um ano e quatro meses. Bento 16 não está morto, claro, mas que seu posto está vago, está. Essas palavras saíram numa carta publicada em janeiro do ano passado pelo Il Fatto Quotidiano, um jornal de Roma.
Segundo os editores, a carta tinha sido entregue ao papa por testemunhas da declaração. Logo que saiu a notícia do “plano para matar Bento XVI”, o cardeal Romeo desmentiu: “Isso é algo tão fora da realidade que nem deveria ser levado em consideração”, disse. E ficou por isso mesmo. O tal documento passou a ser considerado uma farsa.
Mas numa coisa esta história está indiscutivelmente certa: existem intrigas pesadas dentro do Vaticano. E a tese mais aceita hoje é que, sim, elas colaboraram para que o papa renunciasse.
Uma prova dessas intrigas está em outra carta que foi parar na imprensa ano passado. Desta vez, uma que o Vaticano assumiu ser autêntica.
Foi uma mensagem escrita em 2011 e endereçada ao cardeal Tarcisio Bertone, o todo-poderoso secretário de Estado do Vaticano. O remetente é o arcebispo Carlos Maria Vigano, então um dos responsáveis pela administração da Santa Sé.
Vigano acusa colegas de terem superfaturado contratos de obras no Vaticano, o que teria causado um prejuízo de 2 milhões de euros aos cofres da Igreja. No final, o arcebispo pede para não ser transferido, de modo que possa continuar seu trabalho de saneamento das contas.
E Bertone fez o quê? Transferiu o arcebispo. Hoje Vigano é embaixador do Vaticano em Washington – notoriamente a contragosto. O Vaticano silenciou sobre o assunto. Mas não dá para negar: o documento indica que Bertone pode ter protegido o esquema.
Isso jogou gasolina num incêndio que já tinha começado em 2010. Foi quando a Justiça italiana bloqueou 23 milhões de euros das contas da Igreja, acusando o Vaticano de “não saber explicar” a origem desse dinheiro.
O banco do Vaticano (cujo nome oficial é IOR – Instituto de Obras Religiosas) acabou sob suspeita de lavagem de dinheiro. A grana de eventuais esquemas de corrupção entraria “suja” no IOR, sem origem legal. E sairia “limpa”, como se fosse dinheiro que a Igreja arrecadou de doações de fiéis, por exemplo.
Mas calma: o banco do Vaticano nunca foi acusado formalmente de lavagem de dinheiro. A Justiça até liberou os € 23 milhões em troca de uma promessa do banco: tornar suas ações transparentes, abrindo seus livros-caixa para auditores sempre que solicitado. E o caso morreu aí. Mas renasceu depois da carta de Vigano: ela indicava que havia pelo menos uma fonte de dinheiro sujo dentro da Igreja.
Depois piorou. Começaram a pipocar mais documentos internos do Vaticano, acusando Bertone e seus aliados de sabotar as reformas para dar transparência ao banco do Vaticano.
O caso acabou conhecido como “Vatileaks”. E deixou uma suspeita: quem estaria por trás de tantos vazamentos? Os vaticanistas (jornalistas que cobrem o dia a dia da cidade-Estado) não têm dúvida: foram cardeais que queriam derrubar Tarcisio Bertone.
Ratzinger nomeou Bertone secretário de Estado em 2006. E desde lá o italiano coleciona inimigos na cúpula da Igreja. Seus detratores o criticam por não ter preparo para o cargo – ele não fala inglês nem francês. E, principalmente, por suas armações políticas.

 O jogo mais notório de Bertone foi uma manobra para tentar garantir que o sucessor de Bento XVI seja um italiano – ou ele próprio. Quem elege o Papa são os cardeais com menos de 80 anos. E dos 18 cardeais menores de 80 nomeados recentemente, sete são italianos. Seis, inclusive, trabalham com Bertone.
Não é à toa que, no discurso que deu após a renúncia, o papa falou em uma “divisão no corpo eclesial”. E que essa divisão “deturpava o rosto da Igreja”. Uma amostra dessa cisão, por sinal, envolveu um dos favoritos para a sucessão de Bento XVI, o cardeal ganês Peter Turkson.
Em 2011, ele soltou um memorando para a imprensa defendendo a criação de uma autoridade financeira global para fiscalizar países e bancos. Bertone não gostou. Segundo vaticanistas, ele disse que o memorando ia contra a posição do papa sobre o assunto. E deixou claro: dali em diante, nenhum documento iria para a imprensa sem a autorização da Secretaria de Estado. Turkson reagiu mostrando um trecho da última encíclica de Bento 16, em que o papa fala sobre a urgência de “uma verdadeira autoridade política mundial”.
Turkson não é um cardeal qualquer. É um dos cabeças da Igreja, chefe do Conselho Pontifício pela Paz e Justiça, uma das “diretorias” mais importantes do Vaticano. Por isso está entre os favoritos – e também por ser negro e africano, o que daria um gás no carisma da Igreja.


Em suma, é uma figura com poder de sobra para atrapalhar os planos de Bertone. E se uma figura dessas vem falar em “autoridade para fiscalizar bancos” justamente com o caso da lavagem de dinheiro pegando fogo, é fácil interpretar como provocação. E quando qualquer coisa pode ser entendida como provocação, estamos numa crise sem volta. Uma crise que pode ter dado aval à decisão de Joseph Ratzinger: se ele perdesse a lucidez antes da morte, deixaria o Vaticano sem comando exatamente num dos momentos mais conturbados de sua história.
Por outro lado, é esse caldeirão de intrigas que deve determinar o resultado do próximo conclave. Desta vez, a fumaça que tradicionalmente sai da chaminé da Capela Sistina indicando a eleição de um novo papa terá um significado bem menos figurativo.


Alexandre Versignassi
revista Superinteressante

A farsa sobre Abraham Lincoln


O filme Lincoln, de Steven Spielberg, vem sendo um grande sucesso de bilheteria e ganhou doze indicações para o Oscar, inclusive de melhor filme, melhor diretor e melhor ator para Daniel Day-Lewis, que fez o papel do 16º presidente americano.  Como não vi o filme, este artigo não será sobre ele, mas sim sobre o homem que é até hoje endeusado por muitos.
Abraham Lincoln
Meu colega Thomas DiLorenzo, professor de economia da Loyola University de Maryland, já expôs vários mitos a respeito de Lincoln em seu livro de 2006, Lincoln Unmasked.  Agora ele acaba de receber o reforço de Joseph Fallon, analista de inteligência cultural e ex-instrutor do Centro de Inteligência do Exército dos EUA, com seu novo e-book, Lincoln Uncensored.  O livro de Fallon examina 10 volumes compilados de discursos e escritos de Lincoln, os quais incluem passagens sobre escravidão, secessão, igualdade para os negros e emancipação.  Não é necessário se basear na interpretação de ninguém. Apenas leia as palavras de Lincoln e veja o que você conclui delas.
Em uma carta escrita em 1858, Lincoln diz:
Já declarei mil vezes e volto a repetir que é minha firme opinião que nem o Governo Geral e nem qualquer outro poder externo aos estados escravagistas podem constitucionalmente ou por direito interferir na escravidão onde quer que ela já exista.
Em um discurso proferido em Springfield, Illinois, ele explicou:
Minhas declarações sobre este assunto da escravidão negra podem até ser deturpadas, mas não podem ser mal interpretados.  Já disse que não vejo a Declaração (de Independência) como sendo uma afirmação de que todos os homens foram criados iguais sob todos os aspectos.
Debatendo com o senador Stephen Douglas, Lincoln disse:
Digo, portanto, que não sou, nem jamais fui, a favor de criar, de qualquer maneira que seja, a igualdade social e política das raças branca e preta; que não sou, nem nunca fui, a favor de transformar negros em eleitores ou jurados, nem de habilitá-los a exercer cargos públicos, nem de permitir seu casamento com pessoas brancas; e direi, adicionalmente, que há uma diferença física entre as raças branca e preta que, creio eu, irá para sempre proibir as duas de viverem juntas em termos de igualdade social e política. E, visto que elas não podem conviver desta forma, enquanto elas permanecerem em coexistência terá de haver a posição do superior e do inferior, e eu, assim como qualquer outro homem, sou a favor de que a posição superior seja atribuída à raça branca. [....] O que eu mais gostaria de ver seria a separação das raças branca e negra. (Abraham Lincoln, First Lincoln-Douglas Debate, Ottawa, Illinois, Sept. 18, 1858, in The Collected Works of Abraham Lincoln vol.3, pp. 145-146; 521).
E então você dirá, "Mas, professor Williams, a Proclamação de Emancipação publicada por Lincoln libertou os escravos! Isso prova que ele era contra a escravidão!"
Nas palavras do próprio Lincoln:
Vejo a questão (a Proclamação de Emancipação) como uma medida prática para a guerra (de secessão), algo a ser decidido de acordo com as vantagens ou desvantagens que ela possa oferecer à supressão da rebelião. (...) Também irei admitir que a emancipação irá melhorar nossa situação perante a Europa, convencendo aquele continente de que estamos sendo impelidos por algo mais do que a ambição.
Na época em que Lincoln escreveu a proclamação, a guerra de secessão estava indo mal para a União. Londres e Paris já estavam considerando reconhecer os Estados Confederados e estavam também considerando auxiliá-los em seus esforços de guerra.
Thomas DiLorenzo, em um recente artigo, apontou que o historiador de Harvard David Donald, vencedor do Prêmio Pulitzer e um dos mais proeminentes historiadores de Lincoln da atualidade, escreveu em sua biografia sobre Lincoln (página 545) que Abraham na realidade não teve praticamente nada a ver com a aprovação da Décima Terceira Emenda, contrariamente ao que é mostrado no filme de Spielberg. Com efeito, como escreveu Donald, quando perguntado por genuínos abolicionistas no Congresso se ele iria ajudá-los a aprovar a Emenda, Lincoln disse que não.
Mas ele, no entanto, se empenhou bastante em tentar aprovar, em 1861, uma versão de uma outra décima terceira emenda, conhecida como a Emenda Corwin, a qual visava a consagrar explicitamente a escravidão na Constituição americana.  Essa emenda chegou a ser aprovada pelo Congresso.
A Emenda Corwin proibia o governo federal de interferir, sob qualquer circunstância, na escravidão do sul dos EUA.  A Emanda Corwin dizia:
Nenhuma emenda será feita à Constituição autorizando ou dando ao Congresso o poder de abolir ou interferir nas instituições domésticas de nenhum estado, inclusive no que tange às pessoas mantidas para trabalho ou serviço pelas leis do referido Estado.
"Pessoas mantidas para trabalho ou serviço" é como a Convenção Constitucional se referia aos escravos, e "instituições domésticas" se referia à escravidão. Em seu discurso de posse, Lincoln anunciou ao mundo que ele apoiava a Emenda Corwin:
Entendo que uma emenda proposta à Constituição — emenda essa que, no entanto, ainda não vi — foi aprovada no Congresso com o propósito de assegurar que o Governo Federal jamais interfira nas instituições domésticas dos Estados, inclusive nas pessoas mantidas para trabalho ou serviço . . . . Considerando que tal provisão resultará em lei constitucional, afirmo que não tenho nenhuma objeção a ela se tornar manifesta e irrevogável. (Ênfase minha).
Permita-me introduzi-los agora a Lerone Bennet, Jr., que foi editor executivo da revista Ebony por várias décadas (começando em 1958) e autor de vários livros, entre eles uma biografia de Martin Luther King, Jr. (What Manner of Man: A Biography of Martin Luther King) e uma obra monumental sobre Lincoln, Forced into Glory: Abraham Lincoln's White Dream. Bennet é formado pela Morehouse College, em Atlanta, e escreveu vários artigos sobre a cultura e a história afro-americana durante sua carreira na Ebony.  Ele passou mais de vinte anos pesquisando e escrevendo Forced into Glory, uma severa e rigorosa crítica a Abraham Lincoln baseada em montanhas de fatos e verdades. Segundo Bennet Jr.,
Quem libertou os escravos? Se é que eles foram de fato 'libertados', isso ocorreu por causa da Décima Terceira Emenda, a qual foi escrita e pressionada para ser aprovada não por Lincoln, mas sim pelos grandes emancipadores que ninguém conhece, os abolicionistas e líderes congressistas que criaram o clima e geraram a pressão política que incitou, empurrou e finalmente forçou Lincoln à glória ao associá-lo a uma política à qual ele resolutamente se opusera por pelo menos cinquenta e quatro de seus cinquenta e seis anos de vida. (Bennett, Jr.,Forced into Glory: Abraham Lincoln' s White Dream, p. 19).
Vale dizer que a Proclamação de Emancipação não foi uma declaração universal. Ela especificava onde os escravos estariam livres: somente naqueles estados que estavam "em rebelião contra os Estados Unidos". Os escravos permaneceram escravos naqueles estados que não estavam em rebelião — tais como Kentucky, Maryland e Delaware. A hipocrisia da Proclamação de Emancipação foi alvo de pesadas críticas. O próprio Secretário de Estado de Lincoln, William Seward, ironizou: "Mostramos nossa desaprovação à escravidão emancipando escravos onde nossa jurisdição não é aceita e mantendo escravos onde podemos de fato libertá-los".
Incoerências à parte, houve sim um momento em que Lincoln articulou um ponto de vista sobre secessão que teria sido muito bem-vindo em 1776:
Quaisquer pessoas, em qualquer lugar do mundo, que estejam dispostas e tenham o poder para tal, têm o direito de se insurgirem e se desvencilharem do governo vigente, e de formarem um novo governo que lhes seja mais apropriado. ... Tampouco está este direito restrito apenas a casos em que todos os cidadãos devem escolher exercê-lo. Qualquer fatia de um povo que se sinta capaz pode fazer uma revolução, se seceder e se apossar de toda a área daquele território em que habitam.
Mas isso foi dito por Lincoln em 1848 em um discurso na Câmara dos Deputados dos EUA. Ele se referia à guerra contra o México e à subsequente secessão do Texas em relação àquele país.
O que nos leva à grande pergunta. Por que Lincoln não aplicou aos estados do sul dos EUA essa mesma lógica do direito à secessão? Por que ele decidiu enviar tropas federais para massacrar os confederados? Para chegar à resposta, basta 'seguir o dinheiro'. Ao longo de toda a história dos EUA até o início do século XX, o governo federal possuía apenas duas fontes de receita: impostos cobrados sobre a venda de alguns bens específicos (que geravam uma receita muito baixa) e tarifas de importação. Durante a década de 1850, as tarifas de importação representavam nada menos que 90% de toda a receita do governo federal. E em 1859, os portos dos estados do Sul dos EUA foram responsáveis por nada menos que 75% do total arrecadado pelo governo federal. Qual político "responsável" aceitaria abrir mão de tamanha receita?
O preço desta recusa: 750 mil compatriotas assassinados pelo seu próprio governo.
Walter Williams
Walter Williams é professor honorário de economia da George Mason University e autor de sete livros. Suas colunas semanais são publicadas em mais de 140 jornais americanos.
Tradução: Leandro Roque.
Publicado no site do Instituto Ludwig von Mises Brasil.
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BRASÍLIA, CAPITAL DA ADORAÇÃO - BRASIL, TERRA DO AVIVAMENTO
TERRA DA ADORAÇÃO AO ÚNICO SENHOR, JESUS CRISTO!

Vivemos uma ditadura gay, diz Marco Feliciano



Em artigo escrito para o jornal Folha de São Paulo o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) comentou sobre as críticas que tem recebido principalmente de ativistas do movimento LGBT contra sua indicação ao cargo de presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.

Marcos Feliciano

No texto, Feliciano, um dos pastores evangélicos mais conhecidos do país, explica os motivos que o levaram a ser considerado como racista e ainda mostra sua posição sobre os projetos como a PL 122/2006 e a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a união entre pessoas do mesmo sexo.
Ele acredita que suas respostas foram interpretadas de forma errônea e usadas contra ele. "Jogada ao vento, essa mentira causa estragos à imagem do acusado perante a opinião publica. Vivemos uma ditadura gay", escreveu.
No texto Feliciano relembra que no ano passado tentou participar de um seminário organizado pela CDHM sobre a diversidade sexual na primeira infância, mas graças aos manifestantes do movimento gay que estavam presentes ele não conseguiu falar.
"Foi me dado um minuto para falar, mas não consegui. A militância não permitiu."
Outro ponto destacado pelo pastor foi sobre os temas apresentados naquele dia. "Foi desesperador ouvir dos que ali estavam que se um menino na creche, na hora do banho, quiser tocar o órgão genital de outro menino não poderia ser impedido. Afinal, segundo eles, criança não nasce homem nem mulher e sim gênero e se descobre com o tempo. Se forem impedidos na primeira infância, sabe-se lá o que pode acontecer…"
Aproveitando o espaço concedido pelo jornal, um dos mais respeitados do Brasil, Feliciano falou sobre suas intenções como presidente da Comissão, afirmando que os grupos defendidos pelo órgão precisam de atenção igual. "Essa comissão é muito mais importante do que discussões rasas. Peço a Deus sabedoria para levar adiante tão honrosa missão."
Leiliane Roberta Lopes
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com



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