sexta-feira, 10 de maio de 2013

G.O.D. Brasil Dia de Evangelização Global - 25/05/2013 Uma só linguagem!


G.O.D. Brasil Dia de Evangelização Global
25/05/2013 - Uma só linguagem!!
Mobilize sua Igreja!!!






Billy Graham, aos 95 anos, fará sua última campanha evangelística

Aos 95 anos, o pregador e evangelista norte-americano Billy Graham devido a sua condição de saúde e idade avançada, irá liderar a sua última cruzada evangelística “Minha esperança”.

A Associação Evangelística Billy Graham vem organizando uma grande campanha de divulgação, usando todas as estratégias à disposição.
Especialistas afirmam que essa cruzada poderá bater todos os recordes de audiência já conseguidos por Billy Graham durante seis décadas de ministério, sendo a maior já realizada e com maior alcance.
O filho de Billy, Franklin Graham, publicou recentemente um vídeo em que destaca a atual cruzada como uma ação que “combina o impacto dos programas com o poder das relações pessoais”.
Segundo informações do site em inglês da revista Cristianismo Hoje, a organização desta edição da cruzada incentiva os cristãos a montarem videos falando de suas experiências de conversão e depois compartilharem com amigos e vizinhos, funcionando assim como um convite para assistir à última ministração de Billy.
A edição 2005 da cruzada mundial foi transmitida em 20 idiomas com o apoio de 1.424 denominações diferentes, e envolveu um investimento de US$ 6,8 bilhões. Nesta última edição, as plataformas digitais serão o meio usado para expandir a capacidade de alcance do projeto.
Leyla Lima
leylalima@portaldt.com
Fonte: Portal DT

Padre alerta: O gol contra do Estatuto do Nascituro

A versão atual do projeto pode reforçar a doutrina do aborto "legal"


Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, Presidente do Pró-Vida de Anápolis
O Estatuto do Nascituro (Projeto de Lei 478/2007) foi elaborado com a intenção de 
proteger a criança por nascer (o nascituro) e afastar definitivamente de nosso país o 
fantasma do aborto. O texto original, apresentado pelo Pró-Vida de Anápolis em 
2004, sofreu um grande empobrecimento:
a) Foi excluída a proteção penal prevista para o nascituro.
b) Foi excluída também a importantíssima afirmação de que o nascituro é pessoa, 
conforme estabelecido no Pacto de São José da Costa Rica. Sem o 
reconhecimento explícito da personalidade do nascituro, os direitos a ele 
atribuídos serão interpretados como meras "expectativas de direitos", como
 hoje fazem tantos doutrinadores.
c) Mas o pior de tudo é que a atual versão é capaz de fortalecer a opinião 
(falsa) de que no Brasil o aborto é "legal" quando a gravidez resulta de 
estupro (art. 128, II, CP).
A tragédia ocorreu em 19/05/2010, quando o PL 478/2007 estava em votação 
na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara dos Deputados. 
O que estava em votação era a versão — já bastante empobrecida — do substitutivo
 apresentado pela relatora deputada Solange Almeida (PMDB/RJ). Os abortistas 
argumentaram que o artigo 13 do substitutivo, ao oferecer proteção e assistência
 ao nascituro concebido em um estupro, iria extinguir o (suposto) "aborto legal" 
(art. 128, II, CP) no país.

Seria de se esperar que os deputados pró-vida replicassem que no Brasil 
não existe "aborto legal" a ser extinto. Se estivessem juridicamente preparados
 para o debate, eles explicariam aos adversários que o Código Penal não 
"permite" (nem poderia permitir) o aborto em caso algum; apenas deixa de 
aplicar a pena ao criminoso se o crime já foi consumado[1]. O despreparo
 dos pró-vida, porém, era completo. Foi desolador presenciar como eles 
concordaram que o aborto legal existe (!) e afirmaram veementemente que 
o Estatuto do Nascituro não revogaria esse "direito" de abortar.
Nessa partida de futebol em que todos chutavam para todos os lados, acabou 
ocorrendo um gol, mas um "gol contra". O deputado Arnaldo Faria de Sá 
(PTB/SP), com a intenção de acalmar a discussão, sugeriu à relatora que fizesse
 uma "complementação de voto" a fim de assegurar que o Estatuto do Nascituro
 não revogaria o suposto aborto "legal" contido no artigo 128, II do Código 
Penal. Solange Almeida (PMDB/RJ) aceitou a proposta. Fez uma complementação
 de voto a fim de assegurar — pasmem! — que os direitos do nascituro concebido
 em um estupro (art. 13 da proposta) não extinguiriam o suposto direito de 
o médico matá-lo! Os direitos do bebê foram mantidos, porém, "ressalvados 
(sic) o disposto no Art. 128 do Código Penal Brasileiro". Esse deplorável 
enxerto, tremendo gol contra feito pelos pró-vida, foi aprovado pela 
Comissão de Seguridade Social e Família naquela sessão.
A proposta está agora para ser votada na Comissão de Finanças e Tributação,
 tendo como relator o deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ). O relator deu
 parecer favorável ao projeto, com uma pequena emenda para adequação
 financeira: "Esta lei entra em vigor na data de sua publicação e surtirá efeitos 
financeiros a partir do primeiro dia do exercício seguinte ao de sua publicação". 
E quanto ao texto inserido na última hora pela antiga relatora Solange Almeida? 
Permanece como estava. E agora?

A propaganda do gol contra

Por estranho que pareça, o Movimento Brasil Sem Aborto vem-se mobilizando
 para aprovar o Estatuto do Nascituro sem mostrar nenhuma preocupação 
quanto ao enxerto nele introduzido. Ao contrário, em uma mensagem divulgada
 pelo Movimento, parece até que ele faz propaganda do gol contra. A fim de
 que o projeto seja aprovado, pede-se aos cidadãos que digam aos deputados
 que
... o Substitutivo deste Projeto de Lei em análise na Comissão de 
Finanças e Tributação NÃO MODIFICA o Código Penal Brasileiro
 no que se refere à EXCLUDENTE DE PUNIBILIDADE quando
 a gravidez resultante de violência sexual (estupro). Em relação 
a esta questão o Estatuto do Nascituro não revoga, portanto, o 
que está disposto no artº 128 do Código Penal Brasileiro [2].
No texto acima, o enorme destaque tipográfico é do original.
Tem-se a impressão de que o Movimento Brasil Sem Aborto faz do gol 
contra uma glória da versão atual do Estatuto do Nascituro.

O que pode acontecer

Se o Estatuto do Nascituro for aprovado como está — com o apoio de 
passeatas e coletas de assinaturas — a criança por nascer poderá sofrer um
 terrível golpe. É verdade que, o artigo 128, CP, citado na complementação
 de voto da deputada Solange Almeida, não fala de uma permissão para aborto.
 No entanto, é necessário observar três coisas:
A primeira é que, quando a deputada fez sua complementação de voto, estava 
convencida de que o aborto "legal" existia e desejava conservar esse suposto
 "direito" de matar a fim de aquietar os abortistas.
A segunda é que os todos os deputados pró-vida presentes naquela sessão
 acompanharam e aprovaram esse entendimento errôneo da relatora.
A terceira é que, se esse enxerto for mantido (Deus não o permita!), ele 
servirá para reforçar a tese de que existe o aborto "legal" no país. Com efeito,
 ao ler o texto do artigo 13 ("O nascituro concebido em decorrência de
 estupro terá assegurado os seguintes direitos, ressalvados o disposto no
 Art. 128 do Código Penal Brasileiro"), os doutrinadores perguntarão a 
si mesmos: por que essa ressalva? E poderão concluir: tal ressalva seria 
 desnecessária se o artigo 128 do Código Penal não permitisse o aborto.
 Logo, dirão eles que, com base no Estatuto do Nascituro (!), o aborto
 é permitido quando a gravidez resulta de estupro.

Por que não outros projetos?

É lamentável que o Movimento Brasil Sem Aborto esteja concentrando todas 
as suas forças em aprovar uma versão distorcida do Estatuto do Nascituro.
 Infelizmente não é verdade o que está escrito no convite para a 6ª Marcha
 Nacional da Cidadania pela Vida (de 04/06/2013): "aprovar o Estatuto do
 Nascituro é impedir, definitivamente, que o aborto seja legalizado em nosso 
país"[3].
Por que o Movimento Brasil Sem Aborto não se mobiliza pela aprovação 
de outros projetos — estes sim de efeito imediato na proteção do nascituro?
 Eis dois exemplos:

1) A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) n.º 164, de 2012, 
de autoria do deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ), que pretende 
inserir no artigo 5º de nossa Constituição as sagradas palavras "desde 
a concepção" após "a inviolabilidade do direito à vida". Até hoje essa
 PEC está parada na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania 
 (CCJC) aguardando a designação de um relator.
2) O Projeto de Decreto Legislativo (PDC) n.º 565, de 2012, de
 autoria do deputado Marco Feliciano (PSC/SP), que pretende 
sustar a decisão do STF que declarou não ser crime o aborto de
 crianças anencéfalas. Até hoje o projeto aguarda o julgamento de
 um recurso (REC 148/2012) contra a decisão do então presidente
 da Câmara, Marco Maia (PT/RS), que o considerou "inconstitucional".
Um detalhe importante: ambas as proposições acima — a PEC 164/2012 e 
o PDC 565/2012 — não passarão pela mesa da Presidente da República!
 O Congresso poderá promulgá-las sem interferência de Dilma Rousseff. 
Ao contrário, o Estatuto do Nascituro (PL 478/2007), mesmo que seja 
corrigido e só depois aprovado, poderá ser vetado, total ou parcialmente, 
 pela nossa Presidente. E a derrubada de um veto presidencial pelo 
Congresso é praticamente impossível, pois requer a maioria absoluta dos 
deputados e senadores (art. 66, §4º, CF).

Conclusão

No Movimento Brasil Sem Aborto há grandes amigos meus, verdadeiros 
pró-vida, que desejam extirpar o aborto do Brasil e não poupam esforços
 para esse fim.
É preocupante, porém, que o Movimento não tenha entendido o perigo 
da aprovação irrestrita e incondicional da atual versão do Estatuto do 
Nascituro. Os milhares de cidadãos que colocam seus nomes no abaixo-assinado
 não estão sendo advertidos sobre isso.
É lamentável ainda que esse Movimento, ao contrário dos outros grupos 
pró-vida, evite sistematicamente levantar a bandeira da defesa da família. 
Evita-se falar contra a exaltação do homossexualismo e a união de pessoas 
do mesmo sexo.
Enfim, esse Movimento tem sempre procurado poupar o Partido dos 
Trabalhadores (PT). Nas eleições presidenciais de 2006, não encontrei no
 portal do "Brasil Sem Aborto" nenhuma referência ao programa de governo 
do candidato Lula, do PT, que previa, em seu segundo mandato, a
 legalização do aborto. No entanto, lembro-me de o portal ter exibido
 "45 razões para não votar em Geraldo Alckmin", adversário do 
candidato petista...
[1] Em Direito Penal, isso se chama "escusa absolutória". O crime permanece, mas o agente não
 recebe aplicação da pena, por razões de política criminal.
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:



André Ribeiro de Mendonça
(Pastor na www.iamir.com.br / Empresário de Network Marketing - Marketing Multinível - MMN)
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