quarta-feira, 26 de junho de 2013

Uma geração de robôs?

A loucura do movimento constante
Dr. Fábio Blanco
"As últimas gerações são formadas, portanto, de espíritos desnutridos, pobres, vazios. Homens-máquina que realizam, que resolvem, que fazem acontecer, mas que, por terem um espírito apagado, não compreendem as razões, o sentido final das coisas"
As gerações modernas sofrem de um vazio terrível. Isso parece um absurdo, já que são tão ativas, tão dispostas a fazer tantas coisas, que pensar que algo para elas é chato não tem muito sentido. Porém, seres espirituais que somos, e não apenas biológicos, as ações, os movimentos, os atos não são suficientes para satisfazer a alma humana. Esta, sendo espiritual, apenas encontra o sentido para sua existência em algo espiritual, aquilo que mostra a finalidade do seu ser.
No entanto, o que de espiritual foi cultivado na vida dos jovens dos últimos 50 anos? Estes já nasceram em mundo em pleno movimento, de mudanças constantes e quase ininterruptas. Um mundo que valoriza imensamente as ações, a práxis e que esqueceu do valor da contemplação. Uma sociedade que ama a técnica, que supervaloriza a realização, mas que não reflete, não medita, não pensa no abstrato. Uma geração concreta.
Também são gerações que aprenderam que tudo é permitido. Não há regras que as impedem, a não ser exatamente aquelas que a podem punir no presente, de fato. Portanto, que não se fale para elas de valores eternos, de moral permanente, nem de condenação além da vida. Assim, tudo, para elas, é hoje, é agora.
Tudo isso as ensinou a não planejar a longo prazo, a não enxergar além do que está diante dos olhos, em seu fenômeno mais imediato. Por isso, as coisas precisam acontecer, precisam ser realizadas. A ação é o seu instrumento. Que se façam as coisas para depois ver-se se estão de acordo com as finalidades almejadas. E ações não têm o compromisso com a tradição, com valores, com a moral. Elas, simplesmente, transformam.
São gerações que desprezaram o espírito. Sim, pois o que é do espírito não se resolve no imediato. O que é do espírito depende do cultivo constante, da alimentação da alma, do preenchimento do eu. E isto não se resume na prática, mas depende, inegavelmente, do pensar, do refletir, do abstrair-se constantemente.
Mas as últimas gerações sequer sabem o que é isso: a abstração. O realizar é sua realidade. Trabalham, sim. Realizam, também. No entanto, as transformações que buscam visam o agora, o imediato. Afinal, não foi assim que aprenderam? Não são eles filhos do materialismo dialético que dispensou o transcendente e valorizou unicamente a prática?
E de realização em realização a alma foi-se esvaziando. Conquistas foram obtidas, sem dúvida. Avanços, quem os pode negar? Mas a alma, esta renegada, foi esquecida. Nuca se alimentou tão bem o corpo e nunca deixou-se de tal maneira a alma definhar.
As últimas gerações são formadas, portanto, de espíritos desnutridos, pobres, vazios. Homens-máquina que realizam, que resolvem, que fazem acontecer, mas que, por terem um espírito apagado, não compreendem as razões, o sentido final das coisas.
E daí, de repente, são despertados para algo que eles não entendem. E como entender, se jamais refletiram sobre isso? Apenas percebem que precisam se movimentar, que precisam fazer. Pensar para quê? Vamos agir! E encontram-se nas ruas todas as gerações criadas sob o mesmo paradigma: o da ação. E continuam a mexer-se. E aqui encontra-se a loucura do movimento constante: não tem fim. São apenas corpos vazios de alma que caminham sem direção. Sabem apenas que precisam caminhar. 
O problema é que seus espíritos não estão preparados para compreender nada. Sentem, afinal não são máquinas em um sentido estrito, mas são incapazes de decifrar o que percebem. Então gritam contra tudo. Se não entendem o que exatamente está errado, então tudo deve estar errado. Assim eles sentem.
É por isso que caminham juntos interesses tão diversos, quando não contraditórios. Cada um reclama contra o que sente estar errado, contra aquilo que percebe lhes prejudica mais. Mas tudo é difuso, sem fim, sem direção. E assim é por causa da pobreza do espírito, que não vê nada além dos fatos mais imediatos que se apresentam em seu átimo.
Se "o que é espiritual discerne todas as coisas" (1Co 2.15), a ausência do espírito condena o homem a ser conduzido "segundo o curso deste mundo" (Ef. 2.2). E é essa ausência de espírito que faz com que muitos saiam às ruas, como autômatos conduzidos por alguém que eles não vêem e não têm a mínima possibilidade de compreender quem são.
Desde os anos 60 somos uma geração que se movimenta, e não muito longe estamos de, definitivamente, cairmos no abismo que nos espreita.
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

André Ribeiro de Mendonça
(Pastor na www.iamir.com.br / Empresário de Network Marketing - Marketing Multinível - MMN)
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BARRETOS, SÃO PAULO, BRASÍLIA: TERRITÓRIOS DE ADORAÇÃO - BRASIL, TERRA DO AVIVAMENTO
TERRA DA ADORAÇÃO AO ÚNICO SENHOR, JESUS CRISTO!

Crianças são usadas para propaganda homossexual em Santa Catarina


Concurso de cartazes tira vantagem de alunos para promover a causa gay

Julio Severo
"Deixai vir a Mim as crianças," disse Jesus, de braços abertos. Mas os pais que enviam seus filhos às escolas de Santa Catarina estão deixando suas crianças irem até os braços de militantes da causa gay.
Alunos das escolas públicas de Florianópolis participaram de um concurso de cartazes contra a chamada "homofobia." A ideia de promover uma propaganda da causa gay por meio de concurso para crianças foi da equipe do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) do Departamento de Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Portanto, a iniciativa não partiu de crianças, nem de seus pais. Partiu de adultos movidos por ideologia.
Segundo informação do site da UFSC, a equipe do NIGS precisou primeiro "preparar" os professores para engajar os alunos na propaganda anti-"homofobia" — que dificilmente ganharia a adesão das crianças ou de seus pais se lhes fosse explicado que "homofobia," conforme usado por supremacistas gays, abrange também opiniões contrárias às nojentas práticas homossexuais.
Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual no Brasil, reconheceu publicamente, em entrevista ao programa do Jô, que a "homofobia" é oposição à homossexualidade, declarando que a Bíblia é a maior fonte de "homofobia."
A entrevista está aqui: http://youtu.be/mF3Z9dO2IBE

Ele também disse que os ativistas homossexuais precisam dos pais do Brasil, para criarem filhos que se tornarão homossexuais.
A atitude irresponsável das escolas públicas de Santa Catarina de envolver seus alunos num concurso de propaganda homossexual é um importante passo nessa direção.
O concurso teve a participação de 33 escolas, cerca de 1,2 mil alunos, totalizando 326 cartazes.
O concurso tem também a participação de importantes militantes gays, inclusive Toni Reis, cuja organização ABGLT havia sido beneficiada com milhões de reais para a elaboração do infame kit gay, do MEC.
Conforme informações do site UFSC, o MEC está também envolvido no concurso de propaganda gay de Santa Catarina.
O concurso terminará dia 26 de junho e premiará os três cartazes de crianças que entenderam a "ideia" que os adultos militantes lhes passaram.
Os pais que amam seus filhos e não gostariam que eles fossem induzidos ao homossexualismo deveriam procurar advogados idôneos e processar as escolas públicas e o MEC que estão vitimando suas crianças com propaganda enganosa.
Leitura recomendada:




André Ribeiro de Mendonça
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